INFRA S.A.
Diretoria de Planejamento
Gerência de Estruturação de Projetos 1
Coordenação de Estruturação de Projetos 1
Nota Técnica nº 12/2023/COPAQ2-INFRASA/SUPAQ-INFRASA/DIPLAN-INFRASA/DIREX-INFRASA/CONSAD-INFRASA/AG-INFRASA
Brasília, 28 de setembro de 2023.
PROCESSO Nº 50050.007291/2023-44
INTERESSADO: DIRETORIA DE PLANEJAMENTO
ASSUNTO
Elaboração de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental referentes à área portuária localizada dentro da poligonal do Porto de Fortaleza, denominada área MUC04 no âmbito do planejamento setorial.
REFERÊNCIAS
Despacho nº 63/2023/CONAR-SNPTA-MPOR/CGAR-SNPTA-MPOR/DNOP-SNPTA-MPOR de 23/02/2022.
Despacho nº 104/2023/DNOP-SNPTA-MPOR de 24/02/2023.
Ofício nº 75/2023/SNPTA-MPOR, de 13/03/2023.
DESTINATÁRIO
Diretor de Planejamento da Infra S.A; Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários.
A presente Nota Técnica Conjunta tem por objetivo descrever o processo de análise e atualização do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental da área denominada MUC04, localizada dentro da poligonal no Porto de Fortaleza-CE, destinada à movimentação e armazenagem de carga conteinerizada.
A Infra S.A. foi instada por meio do Ofício nº 75/2023/SNPTA-MPOR, de 13 de março de 2023, a realizar a elaboração do estudo do terminal portuário MUC04.
De maneira geral, o processo de elaboração e atualização de estudos consiste na análise das informações e premissas originalmente adotadas, em especial as seguintes verificações:
Foram adotados os regramentos e normativos que estabelecem diretrizes para a elaboração de projetos de arrendamentos portuários, bem como os principais instrumentos de planejamento setorial do governo, em especial:
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INSTRUMENTO |
DESCRIÇÃO |
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Lei nº 12.815, de 5 de junho de 2013; |
Lei dos Portos |
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Decreto nº 8.033, de 27 de junho de 2013, e alterações posteriores; |
Regulamento da Lei dos Portos |
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Resolução Normativa nº 7-ANTAQ, de 30 de maio de 2016; |
Regulamento de áreas no Porto Organizado |
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Resolução ANTAQ nº 85 de 18 de agosto de 2022; |
Regulamento de elaboração de EVTEA |
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Plano Mestre do Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém (2020); |
Planejamento setorial |
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Plano de Desenvolvimento e Zoneamento – PDZ do Porto de Fortaleza (2022). |
Planejamento setorial |
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Regulamento de Exploração Portuária-REP (2022) |
Planejamento setorial |
Tabela 1 – Dispositivos legais para elaboração de EVTEA de áreas em Portos Organizados.
Fonte: Elaboração Própria.
Convém ressaltar que os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental - EVTEA de áreas portuárias possuem nível de detalhamento conceitual, servindo como indicativo para a exploração futura da área no que se refere à solução de engenharia.
As exigências nos contratos portuários são pautadas em performance, exigindo-se, de acordo com a caracterização do projeto, métricas de desempenho em termos de produtividade operacional e disponibilidade de capacidade.
Dessa forma, o projeto que será efetivamente implantado após a licitação, é definido pelo licitante vencedor, aprovado preliminarmente pelo Poder Concedente por meio do PBI - Plano Básico de Implantação, e, posteriormente, deve conter aprovação da Autoridade Portuária previamente à execução das obras.
A responsabilidade pelo projeto efetivo, portanto, caberá ao futuro licitante vencedor, quando serão exigidos o projeto executivo da obra e a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica – ART do engenheiro responsável.
Partindo dessa premissa, o objetivo do presente estudo de viabilidade é definir a partir de uma solução de engenharia conceitual os valores, prazos e demais parâmetros referentes ao empreendimento, necessários para subsidiar a abertura de procedimento licitatório, com vistas a propiciar remuneração adequada à Autoridade Portuária, bem como permitir retorno adequado aos possíveis investidores.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Em um contexto histórico recente, o TCU realizou processo de acompanhamento e análise dos estudos de viabilidade e minutas de editais e contratos referentes ao Bloco 1 do Programa de Arrendamentos Portuários – PAP do Governo Federal. Os referidos estudos e minutas foram encaminhados para análise em outubro de 2013, tendo sido realizados os seguintes procedimentos de acompanhamento:
As indicações de aperfeiçoamentos/correções sugeridas pelo TCU ao longo das discussões anteriores no âmbito do Programa de Arrendamentos Portuários, acima mencionadas, foram assumidas no presente estudo, como se notará ao longo da nota técnica.
O ESTUDO
O estudo foi elaborado pela Infra S.A. conforme determinação do Ofício nº 75/2023/SNPTA-MPOR, de 13 de março de 2023.
Nos dias 13, 14 e 15 de setembro de 2023, foi realizada visita técnica ao Porto de Fortaleza, inclusive ao terminal em questão pela equipe técnica da Infra S.A.
Inicialmente, em observância às recomendações e determinações do Tribunal de Contas da União – TCU adotou-se a estrutura organizacional dos demais estudos do Governo Federal, que tem por objetivo possibilitar que os licitantes venham a ter informações mais completas sobre o projeto, facilitando a tomada de decisão e dando mais transparência ao processo.
Neste sentido, a seguir, apresenta-se a estrutura do EVTEA.
A seguir, discorre-se sobre as análises e atualizações realizadas em cada seção do estudo.
Seção A – Apresentação
A “Seção A – Apresentação” disponibiliza informações obrigatórias sobre o EVTEA, em atendimento à norma que regulamenta a elaboração e estudos de viabilidade de arrendamentos do setor portuário– Resolução nº 85 ANTAQ/2022, podendo-se citar:
Nessa seção, foi realizada uma descrição da atual classificação da área MUC04 no âmbito do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ 2022), além da apresentação das condições atuais do porto, tal como descrito no Plano Mestre do Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém (2020). Também foi indicada a localização exata da área a ser arrendada, seu perímetro e dimensão.
Em síntese, são abordadas informações gerais do estudo, incluindo aquelas relacionadas à atualização do estudo e às novas exigências normativas em razão da Resolução ANTAQ nº 85/2022.
Seção B – Estudo de Mercado
O arrendamento denominado MUC04 localizado no Porto de Fortaleza, segundo o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Organizado de Fortaleza (PDZ - 2022), será destinada à movimentação e armazenagem de carga conteinerizada.
Em 2022, a movimentação de carga em contêineres no Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém atingiu de 458,9 mil TEU, representando decréscimo 3,49% em relação a 2021.Em 2022, a movimentação de carga em contêineres no Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém atingiu de 458,9 mil TEU, representando decréscimo 3,49% em relação a 2021.
Demanda Macro
A demanda potencial por instalações portuárias no Brasil tem sido objeto de diversos estudos em âmbito nacional e regional. Para estimar a demanda potencial relativa à área de arrendamento MUC04, serviram de base à projeção da demanda os seguintes estudos:
· Plano Mestre do Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém (2020);
· Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Fortaleza - PDZ (2022);
· Anuário Estatístico – Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ; e
· Informações estatísticas disponibilizadas pela Autoridade Portuária de Fortaleza.
A área denominada MUC04 localiza-se no Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém, município de Fortaleza/CE. A projeção de demanda para cargas movimentadas por meio de contêineres no horizonte entre 2022 e 2050 possui taxa efetiva anual de crescimento de 2,57% a.a.
Para a projeção do cenário tendencial para as cargas conteinerizadas considera-se a taxa de crescimento de 2,57% ao ano. Para os cenários de demanda otimista e pessimista consideram-se as projeções do Plano Mestre de Santos (2020). Para o cenário otimista, projeta-se que a demanda crescerá a taxa de 3,12% ao ano que corresponde um acréscimo de 22,34% sobre a taxa empregada no cenário tendencial. No cenário pessimista, a taxa estimada é de 2,40% ao ano que corresponde uma redução de 6,82% sobre a taxa tendencial.
Oportuno mencionar que o horizonte contratual previsto para o estudo contempla prazo total de 15 anos, suficiente para amortizar os investimentos previstos, bem como proporcionar retorno adequado aos investidores. Estima-se o início do prazo contratual para o ano de 2025 e término no ano de 2039. Nesse sentido, a projeção de demanda macro foi delimitada para o mesmo período contratual.
Demanda Micro
Para estimar a demanda portuária no terminal MUC04 foi realizada uma avaliação da dinâmica competitiva de mercado no Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém, incluindo análise da capacidade atual e futura das instalações existentes e projetadas na região de influência, com o objetivo de estimar a demanda potencial para o terminal em estudo.
Para estimar a demanda micro faz-se necessário identificar as capacidades instaladas e planejadas. Consideram-se em termos de capacidades as infraestruturas de armazenagem, berços de atracação e expedição. Assim, foram definidas as seguintes informações e premissas para a carga conteinerizada a ser movimentada no terminal MUC04:
· Estimativa de giro médio de estoque;
· Tempo de Permanência do Contêiner no terminal em dias;
· Capacidades dinámicas estimadas das instalações futuras; e
· Capacidades dinámicas das instalações em operação.
Estima-se um ganho de eficiência de 50%, equivalente a 2,74% ao ano sobre o giro observado, pela redução do tempo de permanência dos contêineres em todos os terminais portuários do Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém que operam carga conteinerizada durante o período contratual entre 2025 e 2039. O giro final estimado para o último ano contratual é de 45,17.
Dessa forma, o tempo de permanência é previsto para diminuir para 8,08 dias no último ano contratual.
Para definição do dimensionamento do terminal MUC04 realizou-se uma análise de compatibilização entre a demanda total prevista para o Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém e a capacidade de movimentação portuária necessária para atendimento da demanda projetada.
Verifica-se que o sistema aquaviário para movimentação de cargas conteinerizadas no Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém é caracterizado como fator estratégico para operação de contêineres, tendo em vista a limitação da capacidade aquaviária. Por outro lado, a capacidade adicional de armazenagem para os terminais de contêineres pode ser suprida por meio de armazenagem fora da área do arrendamento, como os Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros - CLIAs. Nesse sentido, o sistema aquaviário do Complexo Portuária de Fortaleza e Pecém é adotado como o sistema de aferição do modelo.
No tocante à implantação da nova capacidade para operação de carga conteinerizada no Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém, consideram-se as seguintes premissas com relação ao início das operações e aos prazos pré-operacionais para as instalações a serem licitadas:
· Manutenção das capacidades instaladas nas áreas em operação no Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém;
· Não haverá operação em 2025, tendo em vista as obras de implantação, regularização de licenças e autorizações necessárias;
· Operação entre o ano de 2026 e 2027, capacidade dinâmica de armazenagem anual de 150.000 TEU e capacidade dinâmica aquaviária de 200.000 TEU;
· Operação entre o ano de 2028 e 2039, com capacidade dinâmica de armazenagem anual de 280.000 TEU e capacidade dinâmica aquaviária de 400.000 TEU, vide Seção C – Engenharia.
Estimativa de Preço
As estimativas de preços para os serviços prestados por terminais portuários têm por objetivo remunerar as atividades realizadas, em especial o recebimento, armazenagem e expedição dos produtos movimentados. Observa-se que o nível de preços que será efetivamente praticado ao longo do horizonte contratual será definido livremente pelo vencedor da licitação.
A receita média unitária do terminal MUC04 foi dimensionada com base nos principais fluxos operacionais de movimentação e armazenagem de carga conteinerizada no Complexo Portuário de Fortaleza e Pecém, tendo em vista a participação média relativa de cada fluxo em relação ao total movimentado. Assim, procedeu-se a soma delas, chegando-se à receita média unitária geral que é adotada na modelagem econômico-financeira, definida em R$ 660,60 por TEU movimentado.
Cálculo da Movimentação Mínima Exigida (MME)
O indicador de quantidade de carga movimentada por meio aquaviário, denominado Movimentação Mínima Exigida – MME tem por objetivo criar mecanismos de compartilhamento de risco entre o Poder Concedente e o arrendatário, utilizando-se de métrica pré-definida.
Para definição da MME a ser aplicada na área de arrendamento MUC04, utilizou-se a movimentação histórica observada no Complexo Portuário fortaleza -
Pecém entre os anos de 2002 a 2022.
Quanto à metodologia, em atendimento à recomendação exarada no Acórdão 1.750/2021 TCU - Plenário, utilizou-se a metodologia do Value at Risk - V@R Método Paramétrico Distribuição Normal para um grau de confiança de 95%.
No caso do arrendamento PAR25, chega-se a um V@R de 14,65%. Assim, o valor da MME, para cada ano, é calculado como sendo (1 – VaR), equivalente a 85,35% aplicado sobre a demanda projetada.
Seção C – Engenharia
A Seção C – Engenharia buscou verificar a necessidade de investimentos na área destinada ao futuro terminal MUC04, bem como dimensionar adequadamente as capacidades dos diversos sistemas para atender a demanda projetada para o empreendimento.
Cabe destacar que o layout final do terminal MUC04, o dimensionamento das estruturas e medidas de segurança são prerrogativas do vencedor do leilão, observadas as condicionantes contratuais e editalícias.
A área MUC04 constitui-se como uma área para instalação portuária, caracterizada como brownfield (previamente ocupada por estruturas permanentes), destinada à implantação de empreendimento para movimentação, armazenagem de carga conteinerizada, localizada no Porto de Fortaleza, com área total de aproximadamente 125.112 m².
A futura área MUC04 é composta por distintas áreas, brownfield (previamente ocupada por estruturas permanentes) denominadas FOR35, FOR 36, FOR37, FOR39 e FOR38 (parcial) conforme Plano de Desenvolvimento e Zoneamento – PDZ, 2022.
Com base no porte final projetado para o terminal MUC04, foram estabelecidas as intervenções e investimentos a serem realizados pelo futuro arrendatário, conforme Seção E, Financeiros – Investimentos Previstos, no valor total de aproximadamente R$ 240 milhões (data-base junho/2023).
O referido valor de investimentos no Capex do projeto, está previsto para ser realizado nos três primeiros anos contratuais, exceto o investimento em área comum do Porto (molhe), que será realizado até o quinto ano de contrato, conforme faseamento de investimento ilustrado na tabela Anexo C-2, Seção C, Engenharia.
Vale destacar que o valor do Capex apresentado no Anexo C-2 da Seção C não considerou o Imposto de Importação (II) e o efeito do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infraestrutura (REIDI).
Os ativos existentes considerados na modelagem do estudo estão relacionados na Seção E, Financeiros – Ativos Existentes, valor total de aproximadamente R$ 451 milhões (data-base junho/2023). Os valores estimados são utilizados para fins de cálculo de manutenção e seguro. Os ativos foram selecionados de acordo com a modelagem realizada, ou seja, ativos existentes que foram previstas demolições não entraram na contabilização do valor total relatado. Cabe informar que a solução final de engenharia, incluindo a utilização ou não dos ativos existentes, caberá ao futuro arrendatário.
Segundo a metodologia exposta, procedeu-se ao dimensionamento da área e das estruturas operacionais necessárias à operação do Terminal, cuja metodologia está demonstrada no próprio estudo (Seção C – Engenharia).
As intervenções relacionadas ao CAPEX têm como ponto de partida realizar investimentos para o desenvolvimento do Terminal, adequações necessárias, instalação de novos equipamentos e serviços de infraestrutura da área de arrendamento.
Destaca-se que a efetiva solução de engenharia caberá ao futuro arrendatário, com base nas capacidades e níveis de serviço projetados e nas demais obrigações de edital e contrato.
Quanto aos custos unitários foram referenciados em dados oficiais do governo, a saber, no Sistema de Custos Portuários (SICPORT) da ANTAQ, SINAPI, SICRO, composições de custos INFRA S.A., pesquisas de mercado e subsídios da Autoridade Portuária.
O item “melhorias pavimento”, teve como subsídio o estudo pretérito da INFRA S.A. para a concessão do Porto de Itajaí, utilizando à composição de custo elaborada pelo Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind. conforme tabela abaixo:
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TABELA ANALÍTICA DE COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS COMPLEMENTARES |
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CÓDIGOS |
CÓDIGO |
DESCRIÇÃO |
UNID. |
COEF. |
REAJUSTE |
R$ UNIT. |
|
Código e Referência da Composição de Custos |
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ABA SERVIÇOS |
ABA INSUMOS / COTAÇÃO |
TOTAL |
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COMP247 |
MELHORIAS NA PAVIMENTAÇÃO E REDES DE DRENAGEM |
m² |
|
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110,39 |
|
|
97635 |
|
|
DEMOLIÇÃO DE PAVIMENTO INTERTRAVADO, DE FORMA MANUAL, COM REAPROVEITAMENTO. AF_12/2017 |
M2 |
1,0000 |
#REF! |
14,82 |
R$ 14,82 |
SINAPI |
|
|
COMP238 |
|
ATERRO |
M³ |
0,0500 |
#REF! |
125,97 |
R$ 6,30 |
COMPOSIÇÃO |
|
|
COMP237 |
|
Pavimentação em bloco de concreto vibro prensado, intertravado, cor natural, 10x20cm, e=10cm, 46un/m2, NBR9781, Fck(min)=35MPa, sob coxim areia grossa compactada c/ placa vibratória, e(comp.) =6cm, rejuntado c/ areia fina. |
m2 |
0,4000 |
#REF! |
87,35 |
R$ 34,94 |
COMPOSIÇÃO / Reaproveitamento de 60% dos blocos |
|
|
COTAÇÃO |
|
Metragem de canaleta de drenagem a ser implantada - Fornecimento e instalação |
m |
0,0350 |
#REF! |
1.522,41 |
R$ 53,28 |
Novas linhas de drenagem / Baseado em cotação para obra similar |
|
|
COTAÇÃO |
|
Adequação da drenagem versus sistema existente (conexões, etc.) |
vb |
0,0000 |
#REF! |
31.196,97 |
R$ 1,04 |
Novas linhas de drenagem / Baseado em cotação para obra similar |
Tabela 2 – Composição Pavimentação bloco intertravado.
Fonte: Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind
O valor foi atualizado através do índice de reajustamento de obras portuárias da FGV, item pavimentação, chegando ao valor de R$ 111,95/m².
Para definição do quantitativo de área de intervenção (23.252 m²) foi delimitada área total de pátio existente (FOR39 e FOR35) e considerado os seguintes percentuais de recuperação:
|
PDZ 2022 |
ÁREA m² |
% Recuperação |
Área a recuperar m² |
|
FOR39 |
39.145,20 |
30% |
11.743,56 |
|
FOR35 |
76.724,52 |
15% |
11.508,68 |
Tabela 3 – quadro resumo - quantitativo de área a ser recuperada.
Fonte: Elaboração própria
O item “Demolição do Armazém C-6” teve o valor aproveitado do EVTEA Pérola para demolição do Armazém X, no valor unitário de R$ 80,00, data-base de 11/2015, atualizado pelo Índice de Reajustamento de Obras Portuárias da FGV (item Obras complementares) para o valor de R$ 137,68, data-base junho 2023.
Para definição do quantitativo de área (3.301,47 m²) foi utilizada a referência descrita no PDZ 2022 do Porto de Fortaleza.
O item “Demolição de muro” teve o valor referenciado no Sistema de Custos Referenciais de Obras - SICRO, 04/2023.
Tabela 4 – Composição demolição SICRO.
Fonte: SICRO
Para definição do quantitativo do volume a ser demolido (195,40 m³) foi mensurado a extensão de 390 metros de muro, com altura média 2,5 metros e espessura de 20 centímetros.
O item “Cercamento complementar externo” teve o valor obtido com base no custo unitário do Sistema de Custos Portuários SICPORT data 07/2010, modelo Guardrail em concreto armado, posteriormente atualizado para a data-base de junho 2023 por meio do Índice de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV (item “Obras complementares”). O quantitativo foi estimado através do perímetro necessário para ajuste geométrico do adensamento da área FOR38 ao terminal MUC04.
O item “Cercamento complementar interno” teve o valor obtido com base no custo unitário do Sistema de Custos Portuários SICPORT data 06/2015, modelo Alambrado em tela metálica, altura de 2,5m, fixado sobre mourões de concreto armado, com pescoço de ganso e 3 fios de arame farpado, posteriormente atualizado para a data-base de junho 2023 por meio do Índice de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV (item “Obras complementares”). O quantitativo foi estimado através do perímetro necessário estabelecer a divisa das áreas FOR35 e FOR31.
A “pavimentação e drenagem de pátio” teve como referência o custo unitário do SINAPI, Fortaleza, Ceará, data de 03/2019 e atualizada por meio do Índice de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV (item “Pavimento”) para a data-base junho 2023.
Tabela 5 – Relatório de Custos - Pavimentação.
Fonte: Caixa/SINAPI
O quantitativo foi estabelecido através do somatório da área atualmente ocupada pelo Armazém C-6 e FOR38 (parcial).
O item “Sistema complementar de combate a incêndio”, teve como subsídio o estudo pretérito da INFRA S.A. para a concessão do Porto de Itajaí, utilizando à composição de custo elaborada pelo Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind. conforme tabela abaixo:
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TABELA ANALÍTICA DE COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS COMPLEMENTARES |
|||||||||
|
CÓDIGOS |
CÓDIGO |
DESCRIÇÃO |
UNID. |
COEF. |
REAJUSTE |
R$ UNIT. |
|
Código e Referência da Composição de Custos |
|
|
ABA SERVIÇOS |
ABA INSUMOS / COTAÇÃO |
TOTAL |
|||||||
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|
COMP249 |
REDE DE COMBATE À INCÊNDIO |
m² |
|
|
|
39,34 |
|
|
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|
Tubo PEAD, PN 10 PE 100, SDR 17 |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 4" (ø110 mm) |
m |
0,0032 |
#REF! |
94,90 |
R$ 0,30 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8" (ø200 mm) |
m |
0,0410 |
#REF! |
705,81 |
R$ 28,94 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Tubo, com costura long, AC, ASTM A-53 Gr.B, SCH. 40, PC |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 4" |
m |
0,0012 |
#REF! |
379,60 |
R$ 0,46 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Conexões |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Curva 90o. PEAD, PN 10 PE 100 |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 4" (ø 110 mm) |
pç |
0,0002 |
#REF! |
397,39 |
R$ 0,07 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8" (ø 200 mm) |
pç |
0,0002 |
#REF! |
3.701,07 |
R$ 0,62 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Tê 90o. PEAD, PN 10 PE 100 |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8"x8" (ø 200x200 mm) |
pç |
0,0000 |
#REF! |
765,12 |
R$ 0,03 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Tê 90o. DE REDUÇÃO PEAD, PN 10 PE 100 |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8"x4" (ø 200x110 mm) |
pç |
0,0003 |
#REF! |
557,53 |
R$ 0,19 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Tampão, AFO, ASTM A 234 Gr. WPB, SCH 40, PC, ASME 16.9 |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 4" |
pç |
0,0004 |
#REF! |
59,31 |
R$ 0,03 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Válvulas e juntas de desmontagem |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Válvula gaveta, corpo e tampa de ferro fundido ductil, ASTM A536, PN 16, FLG FR ASME B 16.1 |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8" |
pç |
0,0001 |
#REF! |
5.693,95 |
R$ 0,76 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Válvula angular 90º, corpo em bronze, ASTM B-62, 200#, entrada RO fêmea NPT, saída RO macho NSFHT 7,5 FPP, haste ASTM B-124, vedação em buna N, HARI. |
|
|
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 2.1/2" |
pç |
0,0009 |
#REF! |
628,71 |
R$ 0,54 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Junta de desmontagem trava axialmente (JTDA) corpo de ferro fundido dúctil, PN 16, FLG FR ASME B 16.1 |
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|
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8" |
pç |
0,0001 |
#REF! |
1.814,95 |
R$ 0,24 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Flanges, juntas e parafusos |
|
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|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Flange com colarinho PEAD, PN 10 PE 100 |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 4" (ø 110 mm) |
pç |
0,0005 |
#REF! |
225,39 |
R$ 0,12 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8" (ø 200 mm) |
pç |
0,0003 |
#REF! |
1.055,75 |
R$ 0,32 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Flange com pescoço, AFO, ASTM A 105, 150#, FR, ASME B 16.5 |
|
|
|
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 4" |
pç |
0,0005 |
#REF! |
284,70 |
R$ 0,15 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8" |
pç |
0,0000 |
#REF! |
474,50 |
R$ 0,02 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Junta plana para FLG FR, papelão hidráulico nãs asbestos, com fibra aramida e borracha SBR, 1,6mm, 150#, ASME B 16.21 |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 4" |
pç |
0,0005 |
#REF! |
26,10 |
R$ 0,01 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 8" |
pç |
0,0004 |
#REF! |
94,90 |
R$ 0,04 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Farafuso estojo, AL, ASTM A 193 GR. B7, rosca UNC (total), série pesada, ASME B 18.2.1 |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 5/8" x 3.3/4" |
pç |
0,0043 |
#REF! |
3,91 |
R$ 0,02 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 3/4" x 4.1/4" |
pç |
0,0035 |
#REF! |
5,69 |
R$ 0,02 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Porca, ASTM A 194 Gr.2H, hexagonal, série pesada, ASME B 18.2.2 |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 5/8" |
pç |
0,0043 |
#REF! |
0,89 |
R$ 0,00 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 3/4" |
pç |
0,0035 |
#REF! |
0,71 |
R$ 0,00 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Acessórios |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Armário para mangueira, de fibra de vidro, tipo externo com ventilação, acabamento na cor vermelha, chapa 20, capacidade para 8 lances de mangueira 2.1/2" x 15 m |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
1200 x 900 x 300 mm |
pç |
0,0004 |
#REF! |
5.195,73 |
R$ 2,25 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Mangueira para combate a incêndio, fibra sintética pura de poliester, 450#, ri de borracha sintética, extr tipo engate rápido, comprimento de 15m, tipo 3 |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 2.1/2" |
pç |
0,0035 |
#REF! |
593,12 |
R$ 2,06 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Adaptador, latão naval, extremidade storz, rosca fêmea, NSFHT 7,5 FPP |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 2.1/2" x 2.1/2" |
pç |
0,0009 |
#REF! |
71,17 |
R$ 0,06 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Chave storz, latão naval de alta resistência |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
2.1/2" - 1.1/2" |
pç |
0,0009 |
#REF! |
15,42 |
R$ 0,01 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Esguicho jato sólido, entrada engate rápido, com requinte 16mm |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 2.1/2" |
pç |
0,0009 |
#REF! |
66,43 |
R$ 0,06 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Esguicho regulável, bronze, tipo jato sólido / neblina, entrada engate rápido |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø 2.1/2" |
pç |
0,0009 |
#REF! |
166,07 |
R$ 0,14 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
Pintura da tubulação aparente na cor vermelho segurança munsell 5r 4/14 |
GB |
0,0000 |
#REF! |
5.338,08 |
R$ 0,18 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
|
|
Blocos de ancoragem e caixas |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
Bloco de ancoragem para conexões enterradas |
m3 |
0,0003 |
#REF! |
2.135,23 |
R$ 0,71 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
Caixa para válvula de gaveta em concreto ou bloco de alvenaria estrutural, dim. 1,80x1,80x1,60 m |
pç |
0,0001 |
#REF! |
6.779,36 |
R$ 0,90 |
INCFRAESTRUTURA |
|
|
COTAÇÃO |
|
Tampa circular, articulada, de ferro fundido dúctil, diâmetro 0,60 m |
pç |
0,0001 |
#REF! |
735,47 |
R$ 0,10 |
INCFRAESTRUTURA |
Tabela 6 - Composição sistema combate a incêndio.
Fonte: Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind
O valor foi atualizado através do índice de reajustamento de obras portuárias da FGV, chegando a R$ 53,48/m².
Para definição do quantitativo de área de intervenção foi obtido através da subtração da área total do terminal e área que atualmente opera contêiner do contrato de transição (exceto FOR27).
O item “Rede elétrica e iluminação”, teve como subsídio o estudo pretérito da INFRA S.A. para a concessão do Porto de Itajaí, utilizando à composição de custo elaborada pelo Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind. conforme tabela abaixo:
AB
|
TABELA ANALÍTICA DE COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS COMPLEMENTARES |
|||||||||
|
CÓDIGOS |
CÓDIGO |
DESCRIÇÃO |
UNID. |
COEF. |
REAJUSTE |
R$ UNIT. |
|
Código e Referência da Composição de Custos |
|
|
ABA SERVIÇOS |
ABA INSUMOS / COTAÇÃO |
TOTAL |
|||||||
|
|
|
COMP248 |
REDE DE ELÉTRICA E ILUMINAÇÃO |
m² |
|
|
|
393,49 |
|
|
|
|
|
POSTES DE ILUMINAÇÃO |
|
|
#REF! |
|
|
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
|
|
Fundação para postes |
|
|
#REF! |
|
|
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
|
|
Blocos de fundação |
|
|
#REF! |
|
|
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
COTAÇÃO |
|
Formas |
m² |
0,0017 |
#REF! |
83,82 |
R$ 0,14 |
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
COTAÇÃO |
|
Aço CA-50 |
kg |
0,0513 |
#REF! |
14,97 |
R$ 0,77 |
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
COTAÇÃO |
|
Concreto C40 |
m³ |
0,0006 |
#REF! |
868,10 |
R$ 0,49 |
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
|
|
Estacas 26x26 Pré- Moldadas |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
COTAÇÃO |
|
Fornecimento |
m |
0,0053 |
#REF! |
59,87 |
R$ 0,32 |
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
COTAÇÃO |
|
Transporte e cravação |
m |
0,0053 |
#REF! |
62,26 |
R$ 0,33 |
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
COTAÇÃO |
|
Arrasamento |
unidades |
0,0005 |
#REF! |
29,93 |
R$ 0,02 |
POSTES E ILUMINAÇÃO / COTAÇÃO |
|
|
|
|
ELÉTRICA |
|
|
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
PLATAFORMA DE TOMADAS REEFER |
|
|
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Infraestrutura BT |
|
|
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Eletrocalha lisa de alumínio, com tampa 150x50 mm, chapa 14 com septo divisor e acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0093 |
#REF! |
107,76 |
R$ 1,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Eletrocalha lisa de alumínio, com tampa 300x50 mm, chapa 14 com septo divisor e acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0056 |
#REF! |
131,71 |
R$ 0,74 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Curva 90º vertical interna de alumínio, lisa com tampa 300x50 mm, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0005 |
#REF! |
95,79 |
R$ 0,04 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Curva 90º vertical externa de alumínio, lisa com tampa 300x50 mm, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0014 |
#REF! |
95,79 |
R$ 0,13 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
TE 90º horizontal de alumínio, lisa com tampa 300x50 mm, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0009 |
#REF! |
179,61 |
R$ 0,17 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
TE 90º vertical de alumínio, lisa com tampa 300x50 mm, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0009 |
#REF! |
299,35 |
R$ 0,28 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Redução concentrica 300x50mm para 150x50mm de alumínio, lisa com tampa, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0009 |
#REF! |
83,82 |
R$ 0,08 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Junção de emenda para eletrocalha A=50 mm., com parafusos, porcas sextavadas e arruelas. |
un |
0,0373 |
#REF! |
6,59 |
R$ 0,25 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Prensa-cabo industrial com segurança aumentada, rosca BSP, grau de proteção IP-68 com porca, ø3/4". |
un |
0,0167 |
#REF! |
161,65 |
R$ 2,69 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Bucha de redução. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø1.1/2" x 3/4" |
un |
0,0167 |
#REF! |
35,92 |
R$ 0,60 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Condulete de alumínio, nos tipos. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
T 1.1/2" |
un |
0,0070 |
#REF! |
57,47 |
R$ 0,40 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
L 1.1/2" |
un |
0,0023 |
#REF! |
57,47 |
R$ 0,13 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
T 3/4" |
un |
0,0005 |
#REF! |
22,75 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
L 3/4" |
un |
0,0010 |
#REF! |
22,75 |
R$ 0,02 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Curva 90º de aço zincada à quente, diâmetro. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø3/4" |
un |
0,0009 |
#REF! |
44,30 |
R$ 0,04 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Eletroduto de aço zincado à quente, tipo pesado,nos diâmetros: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø3/4"x3,00 m |
un |
0,0014 |
#REF! |
275,40 |
R$ 0,39 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø1.1/2"x3,00 m |
un |
0,0093 |
#REF! |
311,32 |
R$ 2,91 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Braçadeira e sapata em alumínio fundido, tipo OB. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø3/4" |
un |
0,0047 |
#REF! |
1,92 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
ø1.1/2" |
un |
0,0280 |
#REF! |
2,16 |
R$ 0,06 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Chapa de ferro 1/4"x20x30 cm, zincado a quente com fixação. |
un |
0,0093 |
#REF! |
20,36 |
R$ 0,19 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cablagem para Iluminação e Tomadas |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cabo multipolar de cobre, classe 0,6/1,0 kV, isolação termofixa em EPR, cobertura em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 90⁰C e curto circuito 250⁰C, encordoamento classe 5, nas seções: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
1c(3x2,5 mm²) |
m |
0,0600 |
#REF! |
23,95 |
R$ 1,44 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
1c(4x6) mm² |
m |
0,0600 |
#REF! |
38,32 |
R$ 2,30 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Fita auto-fusão 3/4"x10 m. |
un |
0,0010 |
#REF! |
13,17 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Fita isolante plástica adesiva 3/4"x20 m. |
un |
0,0010 |
#REF! |
8,38 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Equipamentos |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Painel de Baixa Tensão, denominado QT, tensão de alimentação 440V, 60Hz,, auto-portante, dividido em módulos, contendo equipamentos conforme diagrama unifilar e Especificações Técnicas. |
cj |
0,0005 |
#REF! |
95.790,84 |
R$ 44,70 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Tomada tripolar 3P+T, 32 A - 440 V, cód. SS-4203/PP, indicação horária 3H, com chave de bloqueio, IP-67, com proteção UV, referência STECK. |
un |
0,0163 |
#REF! |
329,28 |
R$ 5,38 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Condulete de alumínio tip E3/4" com interruptor simples, 10A-250V. |
un |
0,0005 |
#REF! |
22,75 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Luminária industrial, hermética, corpo em poliestireno, difusor transparente, com proteção UV, montada com 02 lâmpadas tubulares de LED, fluxo luminoso 2000lm, temperatura da cor K=4000, 220 V - 60 Hz. |
un |
0,0093 |
#REF! |
4.759,61 |
R$ 44,42 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Aterramento |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Cabo unipolar de cobre, classe 50V, isolação em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 70⁰C e curto circuito 160⁰C, encordoamento classe 5, na verde/amarela clara, na seção 25 mm². |
m |
0,0500 |
#REF! |
83,82 |
R$ 4,19 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Conector terminal a compressão para cabos de cobre, seção 25 mm² |
un |
0,0023 |
#REF! |
17,96 |
R$ 0,04 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Conector de aterramento tipo GB para cabo 25mm² |
un |
0,0163 |
#REF! |
119,74 |
R$ 1,96 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
GERAL |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Infraestrutura TI |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Eletroduto de pvc rígido pesado, com luva, em barras de Ø3"x3,00 m. |
un |
0,0023 |
#REF! |
209,54 |
R$ 0,49 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Curva 90º, Ø3", em pvc rígido pesado, com luva. |
un |
0,0020 |
#REF! |
41,91 |
R$ 0,08 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Caixa de passagem em concreto armado 800x800x1000mm com tampa antiderrapante de ferro fundido 80T. |
un |
0,0003 |
#REF! |
3.382,61 |
R$ 0,90 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Caixa de passagem em concreto armado 600x600x800mm com tampa antiderrapante de ferro fundido 80T. |
un |
0,0010 |
#REF! |
2.310,95 |
R$ 2,23 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Tubulação flexível em PEAD, tipo kanalex Ø 4". |
m |
0,0667 |
#REF! |
125,73 |
R$ 8,38 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Kit de emenda para kanalex Ø 4". |
un |
0,0013 |
#REF! |
26,34 |
R$ 0,04 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Tampão/terminal em PEAD Ø 4" |
un |
0,0050 |
#REF! |
26,34 |
R$ 0,13 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Infraestrutura BT (geral) |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Caixa de passagem em concreto armado 600x600x800mm com tampa antiderrapante de ferro fundido 80T. |
un |
0,0006 |
#REF! |
2.310,95 |
R$ 1,31 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Caixa de passagem em concreto armado 800x800x1000mm com tampa antiderrapante de ferro fundido 80T. |
un |
0,0006 |
#REF! |
3.382,61 |
R$ 2,03 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Caixa de passagem em concreto armado 1000x1000x1500mm com tampa antiderrapante de ferro fundido 80T. |
un |
0,0005 |
#REF! |
5.256,52 |
R$ 2,80 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Caixa de passagem em concreto armado 1200x1200x1500mm com tampa antiderrapante de ferro fundido 80T. |
un |
0,0008 |
#REF! |
9.399,48 |
R$ 7,21 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Eletroduto de pvc rígido pesado, com luva, em barras de Ø3/4"x3,00 m. |
un |
0,0007 |
#REF! |
161,65 |
R$ 0,11 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Eletroduto de pvc rígido pesado, com luva, em barras de Ø3"x3,00 m. |
un |
0,0011 |
#REF! |
205,95 |
R$ 0,22 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Curva 90º, Ø3/4", em pvc rígido pesado, com luva. |
un |
0,0007 |
#REF! |
28,74 |
R$ 0,02 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Curva 90º, Ø3", em pvc rígido pesado, com luva. |
un |
0,0005 |
#REF! |
41,91 |
R$ 0,02 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Tubulação flexível em PEAD, tipo kanalex Ø 4". |
m |
0,1100 |
#REF! |
125,73 |
R$ 13,83 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Tubulação flexível em PEAD, tipo kanalex Ø 6". |
m |
0,0833 |
#REF! |
275,40 |
R$ 22,95 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Kit de emenda para kanalex Ø 4". |
un |
0,0017 |
#REF! |
26,34 |
R$ 0,04 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Kit de emenda para kanalex Ø 6". |
un |
0,0017 |
#REF! |
59,87 |
R$ 0,10 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Tampão/terminal em PEAD Ø 4" |
un |
0,0067 |
#REF! |
26,34 |
R$ 0,18 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Tampão/terminal em PEAD Ø 6" |
un |
0,0093 |
#REF! |
59,87 |
R$ 0,56 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cablagem BT - Iluminação do Pátio |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cabo unipolar de cobre, classe 0,6/1,0 kV, isolação termofixa em EPR, cobertura em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 90⁰C e curto circuito 250⁰C, encordoamento classe 5, nas seções: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
6 mm² |
m |
0,0133 |
#REF! |
16,76 |
R$ 0,22 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
10 mm² |
m |
0,0400 |
#REF! |
21,55 |
R$ 0,86 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
25 mm² |
m |
0,0510 |
#REF! |
38,32 |
R$ 1,95 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
35 mm² |
m |
0,1140 |
#REF! |
47,90 |
R$ 5,46 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
50 mm² |
m |
0,1110 |
#REF! |
65,86 |
R$ 7,31 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cabo unipolar de cobre, classe 0,6/1,0 kV, isolação termofixa em EPR, cobertura em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 90⁰C e curto circuito 250⁰C, encordoamento classe 5, na cor azul clara,nas seções: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
6 mm² |
m |
0,0133 |
#REF! |
16,76 |
R$ 0,22 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
10 mm² |
m |
0,0133 |
#REF! |
21,55 |
R$ 0,29 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
25 mm² |
m |
0,1000 |
#REF! |
38,32 |
R$ 3,83 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cabo unipolar de cobre, classe 750V, isolação em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 70⁰C e curto circuito 160⁰C, encordoamento classe 5, na verde/amarela clara, na seção: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
25 mm² |
m |
0,0133 |
#REF! |
38,32 |
R$ 0,51 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cabo multipolar de cobre, classe 0,6/1,0 kV, isolação termofixa em EPR, cobertura em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 90⁰C e curto circuito 250⁰C, encordoamento classe 5, nas seções: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
1c(3x2,5) mm² |
m |
0,0467 |
#REF! |
21,55 |
R$ 1,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
1c(4x10) mm² |
m |
0,0200 |
#REF! |
65,86 |
R$ 1,32 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Conector terminal a compressão para cabos de cobre, seção: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
6 mm² |
un |
0,0002 |
#REF! |
8,98 |
R$ 0,00 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
10 mm² |
un |
0,0003 |
#REF! |
15,57 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
25 mm² |
un |
0,0010 |
#REF! |
17,96 |
R$ 0,02 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
35 mm² |
un |
0,0007 |
#REF! |
21,55 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
50 mm² |
un |
0,0005 |
#REF! |
22,75 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Fita auto-fusão 3/4"x10 m. |
un |
0,0008 |
#REF! |
13,17 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Fita isolante plástica adesiva 3/4"x20 m. |
un |
0,0008 |
#REF! |
8,38 |
R$ 0,01 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cablagem BT - Alimentação RTG's |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Cabo unipolar de cobre, classe 0,6/1,0 kV, isolação termofixa em EPR, cobertura em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 90⁰C e curto circuito 250⁰C, encordoamento classe 5, seção 240 mm². |
m |
0,0600 |
#REF! |
275,40 |
R$ 16,52 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Cabo unipolar de cobre, classe 750V, isolação em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 70⁰C e curto circuito 160⁰C, encordoamento classe 5, na verde/amarela clara, seção 120 mm². |
m |
0,0050 |
#REF! |
143,69 |
R$ 0,72 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Conector terminal a compressão para cabos de cobre, seção: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
120 mm² |
un |
0,0001 |
#REF! |
31,73 |
R$ 0,00 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
240 mm² |
un |
0,0017 |
#REF! |
61,07 |
R$ 0,10 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cablagem BT - Reefers |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Cabo unipolar de cobre, classe 0,6/1,0 kV, isolação termofixa em EPR, cobertura em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 90⁰C e curto circuito 250⁰C, encordoamento classe 5, seção 150 mm². |
m |
0,3293 |
#REF! |
173,62 |
R$ 57,18 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Cabo unipolar de cobre, classe 750V, isolação em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 70⁰C e curto circuito 160⁰C, encordoamento classe 5, na verde/amarela clara, na seção 95 mm². |
m |
0,0679 |
#REF! |
119,74 |
R$ 8,13 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Conector terminal a compressão para cabos de cobre, seção: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
95 mm² |
un |
0,0007 |
#REF! |
31,73 |
R$ 0,02 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
150 mm² |
un |
0,0057 |
#REF! |
41,91 |
R$ 0,24 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Fita auto-fusão 3/4"x10 m. |
un |
0,0003 |
#REF! |
13,17 |
R$ 0,00 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Fita isolante plástica adesiva 3/4"x20 m. |
un |
0,0003 |
#REF! |
8,38 |
R$ 0,00 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Painéis Gerais |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Painel Geral de Baixa Tensão, denominado PGBT-380V, auto-portante, dividido em módulos, contendo equipamentos conforme diagrama unifilar e Especificações Técnicas. |
cj |
0,0000 |
#REF! |
143.686,26 |
R$ 4,79 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Painel Geral de Baixa Tensão, denominado PGBT-440V, auto-portante, dividido em módulos, contendo equipamentos conforme diagrama unifilar e Especificações Técnicas. |
cj |
0,0000 |
#REF! |
143.686,26 |
R$ 4,79 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Painel Geral de Baixa Tensão, denominado PGBT-480V, auto-portante, dividido em módulos, contendo equipamentos conforme diagrama unifilar e Especificações Técnicas. |
cj |
0,0000 |
#REF! |
95.790,84 |
R$ 3,19 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Iluminação |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Poste metálico flangeado, zincado a quente, instalação a beira mar, com sistema de fixação para 12 projetores, para-raios tipo Franklin e sinalização de obstáculo com fotocélula, escada para manutenção com plataformas de descanso, cabos internos para ligação dos equipamentos, altura útil 30 m. |
cj |
0,0003 |
#REF! |
158.773,32 |
R$ 42,34 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Projetor LED, fabricado em alumínio injetado, cor cinza MUNSEL 6,5, modelo de referência EZL 1008 com potência de 750 W, fluxo luminoso lm= 87880lm, fator de potência 0,9, montado com driver e testado, tensão de alimentação 220V- 60hz, referência Naville. |
un |
0,0032 |
#REF! |
11.135,69 |
R$ 35,63 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Caixa com barramentos 3F+N+PE, em alumínio fundido, IP 66. |
cj |
0,0005 |
#REF! |
2.071,48 |
R$ 1,10 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Prensa-cabo industrial com segurança aumentada, rosca BSP, grau de proteção IP-68 com porca, ø1/2". |
un |
0,0032 |
#REF! |
134,11 |
R$ 0,43 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Prensa-cabo industrial com segurança aumentada, rosca BSP, grau de proteção IP-68 com porca Ø 1". |
un |
0,0011 |
#REF! |
191,58 |
R$ 0,20 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Relé fotoelétrico, 220V-60Hz e base de fixação. |
un |
0,0003 |
#REF! |
185,59 |
R$ 0,05 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Quadro de alumínio QDL , tipo sobrepor, equipado com barraments de cobre 3F+N+PE, com equipamentos conforme diagrama unifilar. |
un |
0,0003 |
#REF! |
2.718,07 |
R$ 0,72 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Poste reto, metálico flangeado, reforçado, zincado a quente, com chumbadores, altura 10,00m. |
un |
0,0006 |
#REF! |
4.250,72 |
R$ 2,41 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Luminária modular LED, para iluminação pública, montada completa, tipo EXL1006, potência 200 W, IP66, tensão de alimentação 220 V, lm= 22478 lumens, 4500K, corpo em alumínio, montagem em suporte Ø 2", fechamento em aço inoxidável e pintura eletrostática cinza com base para fotocelula, ref. Naville. |
un |
0,0006 |
#REF! |
4.735,66 |
R$ 2,68 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Suporte central para fixação de 01 luminárias, tipo DTS-1, ref. Repume. |
un |
0,0006 |
#REF! |
688,50 |
R$ 0,39 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Relé fotoelétrico, 220V-60Hz . |
un |
0,0006 |
#REF! |
185,59 |
R$ 0,11 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Aterramento |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Cabo de cobre nu, seção 50mm², têmpera meio dura, classe 2 A, fab. Nexans. |
m |
0,1000 |
#REF! |
55,68 |
R$ 5,57 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Terminal bimetálico à compressão (dupla compressão)seção 50mm², fab. BURNDY. |
un |
0,0060 |
#REF! |
59,87 |
R$ 0,36 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Molde para solda exotérmica cabo-placa, fab. CADWELD, tipo SSB Y3, com acessórios. |
un |
0,0001 |
#REF! |
431,06 |
R$ 0,03 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Molde para solda exotérmica cabo-cabo, fab. CADWELD, tipo TAC Y3Y3, com alicate. |
un |
0,0003 |
#REF! |
431,06 |
R$ 0,11 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Molde para solda exotérmica cabo-cabo, fab. CADWELD, tipo XBM Y3Y, com alicate. |
un |
0,0001 |
#REF! |
431,06 |
R$ 0,03 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Alicate para molde L 160 |
un |
0,0001 |
#REF! |
179,61 |
R$ 0,02 |
Elétrica / Cotação |
|
|
|
|
Cartucho para solda exotérmica, fab. CADWELD. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
- nº 45 |
un |
0,0017 |
#REF! |
215,53 |
R$ 0,36 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
- nº 90 |
un |
0,0060 |
#REF! |
221,52 |
R$ 1,33 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
- nº 150 |
un |
0,0013 |
#REF! |
239,48 |
R$ 0,32 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Escova de aço, fab. CADWELD. |
un |
0,0004 |
#REF! |
191,58 |
R$ 0,08 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Solvente T-318, fab.CADWELD. |
un |
0,0002 |
#REF! |
359,22 |
R$ 0,07 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Limpador de molde, fab. CADWELD. |
un |
0,0002 |
#REF! |
143,69 |
R$ 0,03 |
Elétrica / Cotação |
|
|
COTAÇÃO |
|
Barra de cobre 1/"8x1"x250mm com fixações |
un |
0,0027 |
#REF! |
19,76 |
R$ 0,05 |
Elétrica / Cotação |
Tabela 7 - Composição rede elétrica e iluminação.
Fonte: Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind
ELA ANALÍTICA DE COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS COMPLEMENTARES
O valor foi atualizado através do índice de reajustamento de obras portuárias da FGV, chegando a R$ 457,05/m².
Para definição do quantitativo de área de intervenção foi a mesma definida para pavimentação e drenagem.
Para o item prédio administrativo o preço unitário foi estabelecido com base nos custos unitários referenciais de composição para “Edificações administrativas”: projeto referencial, padrão MDS (Ministério do Desenvolvimento Social), extraído do “Catálogo de Projetos SINAPI”, sem desoneração, local Fortaleza (02/2018), posteriormente atualizado para data-base de 06/2023 por meio do Índice de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV (item “obras complementares”).
Tabela 8 - Relatório de Custos – Edificações.
Fonte: Caixa/SINAPI.
Para os itens Galpão e Gates de acesso o custo unitário foi estimado com base na composição de custos utilizando SINAPI, posteriormente atualizado para a data-base de junho 2023 por meio do Índice de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV (item “Obras complementares”) conforme ilustrado abaixo.
|
Código SINAPI |
Lote básico |
Unid |
Quantit. |
Preço |
Preço |
|
|
MATERIAIS |
|
|
|
|
|
00001345 |
Chapa compensado plastificado 18 mm x 2,20 m x 1,10 m |
m² |
1,22473 |
35,19 |
43,10 |
|
00000034 |
Aço CA-50 Ø 10 mm |
kg |
17,02951 |
4,03 |
68,63 |
|
00001527 |
Concreto fck = 25 MPa abatimento 5±1cm,. br. 1 e 2 pré-dosado |
m³ |
0,07082 |
257,92 |
18,27 |
|
00001379 |
Cimento CP-32 II |
kg |
91,96949 |
0,40 |
36,79 |
|
00000370 |
Areia média |
m³ |
0,22286 |
50,00 |
11,14 |
|
00004718 |
Brita nº 02 |
m³ |
0,13399 |
56,09 |
7,52 |
|
00007266 |
Bloco cerâmico para alvenaria de vedação 9 cm x 19 cm x 19 cm |
un |
6,52234 |
0,45 |
2,94 |
|
00007194 |
Telha de fibrocimento ondulada 6 mm 2,44 m x 1,10 m |
m² |
0,97946 |
33,67 |
32,98 |
|
00010553 |
Porta interna semi-oca para pintura 0,60 m x 2,10 m |
un |
0,01502 |
136,02 |
2,04 |
|
00034362 |
Janela de correr tamanho 1,20 m x 1,20 m em 2 folhas, em perfil de chapa de ferro dobrada nº 20, com tratamento em fundo anticorrosivo |
m² |
0,11031 |
609,17 |
67,20 |
|
00011476 |
Fechadura para porta interna, tráfego moderado, tipo IV (55 mm), em ferro, acabamento cromado |
un |
0,00966 |
22,52 |
0,22 |
|
00001297** |
Placa cerâmica (azulejo) de dimensão ~ 30 cm x 40 cm, PEI I I, cor c lara, imitando pedras naturais |
m² |
0,38077 |
13,19 |
5,02 |
|
00000540 |
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 x 0,02 m |
un |
0,00497 |
266,71 |
1,33 |
|
00010492 |
Vidro liso transparente 4 mm colocado com massa |
m² |
0,09523 |
73,33 |
6,98 |
|
00007345 |
Tinta látex PVA |
l |
1,04639 |
14,11 |
14,76 |
|
00000939 |
Fio de cobre antichama, isolamento 750 V, # 2,5 mm² |
m |
2,71134 |
1,51 |
4,09 |
|
00002373 |
Disjuntor tripolar 70 A |
un |
0,12864 |
119,45 |
15,37 |
|
00010422 |
Bacia sanitária branca com caixa acoplada |
un |
0,01325 |
290,63 |
3,85 |
|
00006038 |
Registro de pressão cromado Ø 1/2" |
un |
0,03015 |
5,83 |
0,18 |
|
00009841 |
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm |
m |
0,15658 |
13,73 |
2,15 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
MÃO- DE-OBRA |
|
|
|
|
|
00004750 |
Pedreiro |
h |
13,96548 |
14,52 |
202,78 |
|
00006111 |
Servente |
h |
9,26276 |
10,92 |
101,15 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
DESPESAS ADMI NISTRATIVAS |
|
|
|
|
|
|
Engenheiro |
h |
- |
|
- |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
EQUIPAMENTO S |
|
|
|
|
|
Sicro 2*** |
Locação de betoneira 310 L |
dia |
0,14878 |
172,98 |
25,74 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Subtotal |
m² |
1,00000 |
|
674,23 |
|
|
BDI |
|
|
27,48% |
|
|
|
Total (fev/18) |
|
|
|
859,51 |
|
|
Total (jun/23) |
|
|
|
1.397,75 |
|
* Ref. SINAPI, não desonerado, Recife, fev/2018. |
|||||
|
** Adotado PISO EM CERAMICA ESMALTADA, COMERCIAL (PADRAO POPULAR), PEI MAIOR OU IGUAL A 3, M2 13,19 |
|||||
|
*** Fonte Sicro 2 de nov/2016, reajustado pelo índice de reajustamento de obras portuárias do DNIT, obras complementares. |
|||||
Tabela 9 - Composição SINAPI.
Fonte: Caixa/SINAPI.
Para os investimentos em Equipamentos foram definidos os seguintes valores de custo unitário e quantitativos:
Quanto aos custos unitários referenciais adotados para equipamentos portuários, foram aproveitados os valores de estudos pretéritos, que à época realizou pesquisas de preços para Spreaders, empilhadeiras Reach Stacker, empilhadeira de vazios, MHC e trators. Para os valores obtidos nas pesquisas foram considerados para conversão de moeda estrangeira, quando necessário, a cotação média do mês de junho 2023, de R$ 5,26 para o Euro e R$ 4,85 para o Dólar Americano. Foram realizadas análises comparativas e aproveitados os menores valores dentre as referências disponíveis, conforme detalhado a seguir.
|
ESPECIFICAÇÃO |
LIEBHERR |
LIEBHERR |
KALMAR |
KALMAR |
ZPMC |
ZPMC |
MENOR Valor |
|
Spreaders |
- |
|
- |
|
$ 90.000 |
R$ 436.614,00 |
436.614,00 |
|
Empilhadeiras Reach Stacker |
- |
|
$ 550.000 |
R$ 2.668.196,67 |
$ 600.000 |
R$ 2.910.760,00 |
2.668.196,67 |
|
Empilhadeiras de contêiner vazio |
- |
|
$ 280.000 |
R$ 1.358.354,67 |
$ 400.000 |
R$ 1.940.506,67 |
1.358.354,67 |
|
MHC LHM 550 |
€ 5.250.000 |
R$ 27.622.012,50 |
|
|
|
|
|
|
Cavalos Mecânicos (tractors) |
- |
|
$ 100.000 |
R$ 485.126,67 |
|
|
485.126,67 |
Tabela 10 - Quadro resumo.
Fonte: Elaboração Própria.
A metodologia para determinação do quantitativo de equipamentos está descrito na Seção C, Engenharia.
O item “Semi-reboques (trailers)” teve o valor unitário adotado de estudos pretéritos SUA07, que à época realizou pesquisas de preços, FACCHINI abril 2018, posteriormente atualizado para a data-base de junho 2023 por meio do Índice de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV (equipamentos”).
O item “plataformas com tomadas reefer”, teve como subsídio o estudo pretérito da INFRA S.A. para a concessão do Porto de Itajaí, utilizando à composição de custo elaborada pelo Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind. conforme tabela abaixo:
|
|
CÓDIGO |
DESCRIÇÃO |
UNID. |
COEF. |
REAJUSTE |
R$ UNIT. |
|
Código e Referência da Composição de Custos |
|
ABA INSUMOS / COTAÇÃO |
TOTAL |
|||||||
|
|
COMP255 |
TOMADAS REEFERS |
un |
|
|
|
21.155,52 |
Valor obtido em obras similares |
|
COTAÇÃO |
|
Fornecimento (AÇO ASTM A572 GR. 50) |
ton |
0,3714 |
#REF! |
19.158,17 |
R$ 7.115,89 |
Estrutura metálica da plataforma |
|
COTAÇÃO |
|
Transporte, fabricação, pintura, instalação/montagem (AÇO ASTM A572 GR.50) |
ton |
0,3714 |
#REF! |
16.763,40 |
R$ 6.226,40 |
Estrutura metálica da plataforma |
|
|
|
Blocos de fundação e baldrames |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Fundação plataformas |
|
COTAÇÃO |
|
Formas |
m² |
1,7245 |
#REF! |
83,82 |
R$ 144,54 |
Fundação plataformas |
|
COTAÇÃO |
|
Aço CA-50 |
kg |
16,8980 |
#REF! |
14,97 |
R$ 252,92 |
Fundação plataformas |
|
COTAÇÃO |
|
Concreto C40 |
m³ |
0,1878 |
#REF! |
868,10 |
R$ 162,99 |
Fundação plataformas |
|
|
|
Estacas 20x20 Pré- Moldadas |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Fundação plataformas |
|
COTAÇÃO |
|
Fornecimento |
m |
2,2857 |
#REF! |
47,90 |
R$ 109,48 |
Fundação plataformas |
|
COTAÇÃO |
|
Transporte e cravação |
m |
2,2857 |
#REF! |
53,88 |
R$ 123,16 |
Fundação plataformas |
|
COTAÇÃO |
|
Arrasamento |
unidades |
0,2286 |
#REF! |
14,37 |
R$ 3,28 |
Fundação plataformas |
|
COTAÇÃO |
|
Eletrocalha lisa de alumínio, com tampa 150x50 mm, chapa 14 com septo divisor e acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,5714 |
#REF! |
107,76 |
R$ 61,58 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Eletrocalha lisa de alumínio, com tampa 300x50 mm, chapa 14 com septo divisor e acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,3429 |
#REF! |
131,71 |
R$ 45,16 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Curva 90º vertical interna de alumínio, lisa com tampa 300x50 mm, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0286 |
#REF! |
95,79 |
R$ 2,74 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Curva 90º vertical externa de alumínio, lisa com tampa 300x50 mm, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0857 |
#REF! |
95,79 |
R$ 8,21 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
TE 90º horizontal de alumínio, lisa com tampa 300x50 mm, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0571 |
#REF! |
179,61 |
R$ 10,26 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
TE 90º vertical de alumínio, lisa com tampa 300x50 mm, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0571 |
#REF! |
299,35 |
R$ 17,11 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Redução concentrica 300x50mm para 150x50mm de alumínio, lisa com tampa, chapa 14, com acessórios de emenda e fixação. |
un |
0,0571 |
#REF! |
83,82 |
R$ 4,79 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Junção de emenda para eletrocalha A=50 mm., com parafusos, porcas sextavadas e arruelas. |
un |
2,2857 |
#REF! |
6,59 |
R$ 15,05 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Prensa-cabo industrial com segurança aumentada, rosca BSP, grau de proteção IP-68 com porca, ø3/4". |
un |
1,0204 |
#REF! |
161,65 |
R$ 164,95 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
|
|
Bucha de redução. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
ø1.1/2" x 3/4" |
un |
1,0204 |
#REF! |
35,92 |
R$ 36,65 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
|
|
Condulete de alumínio, nos tipos. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
T 1.1/2" |
un |
0,4286 |
#REF! |
57,47 |
R$ 24,63 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
L 1.1/2" |
un |
0,1429 |
#REF! |
57,47 |
R$ 8,21 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
T 3/4" |
un |
0,0306 |
#REF! |
22,75 |
R$ 0,70 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
L 3/4" |
un |
0,0612 |
#REF! |
22,75 |
R$ 1,39 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
|
|
Curva 90º de aço zincada à quente, diâmetro. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
ø3/4" |
un |
0,0571 |
#REF! |
44,30 |
R$ 2,53 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
|
|
Eletroduto de aço zincado à quente, tipo pesado,nos diâmetros: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
ø3/4"x3,00 m |
un |
0,0857 |
#REF! |
275,40 |
R$ 23,61 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
ø1.1/2"x3,00 m |
un |
0,5714 |
#REF! |
311,32 |
R$ 177,90 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
|
|
Braçadeira e sapata em alumínio fundido, tipo OB. |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
ø3/4" |
un |
0,2857 |
#REF! |
1,92 |
R$ 0,55 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
ø1.1/2" |
un |
1,7143 |
#REF! |
2,16 |
R$ 3,69 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Chapa de ferro 1/4"x20x30 cm, zincado a quente com fixação. |
un |
0,5714 |
#REF! |
20,36 |
R$ 11,63 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
|
|
Cabo multipolar de cobre, classe 0,6/1,0 kV, isolação termofixa em EPR, cobertura em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 90⁰C e curto circuito 250⁰C, encordoamento classe 5, nas seções: |
|
0,0000 |
#REF! |
|
|
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
1c(3x2,5 mm²) |
m |
3,6735 |
#REF! |
23,95 |
R$ 87,97 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
1c(4x6) mm² |
m |
3,6735 |
#REF! |
38,32 |
R$ 140,75 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Fita auto-fusão 3/4"x10 m. |
un |
0,0612 |
#REF! |
13,17 |
R$ 0,81 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Fita isolante plástica adesiva 3/4"x20 m. |
un |
0,0612 |
#REF! |
8,38 |
R$ 0,51 |
Elétrica REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Painel de Baixa Tensão, denominado QT, tensão de alimentação 440V, 60Hz,, auto-portante, dividido em módulos, contendo equipamentos conforme diagrama unifilar e Especificações Técnicas. |
cj |
0,0286 |
#REF! |
95.790,84 |
R$ 2.736,88 |
Equipamentos REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Tomada tripolar 3P+T, 32 A - 440 V, cód. SS-4203/PP, indicação horária 3H, com chave de bloqueio, IP-67, com proteção UV, referência STECK. |
un |
1,0000 |
#REF! |
329,28 |
R$ 329,28 |
Equipamentos REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Condulete de alumínio tip E3/4" com interruptor simples, 10A-250V. |
un |
0,0286 |
#REF! |
22,75 |
R$ 0,65 |
Equipamentos REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Luminária industrial, hermética, corpo em poliestireno, difusor transparente, com proteção UV, montada com 02 lâmpadas tubulares de LED, fluxo luminoso 2000lm, temperatura da cor K=4000, 220 V - 60 Hz. |
un |
0,5714 |
#REF! |
4.759,61 |
R$ 2.719,78 |
Equipamentos REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Cabo unipolar de cobre, classe 50V, isolação em cloreto de polivinila (PVC), temperatura em regime permanente 70⁰C e curto circuito 160⁰C, encordoamento classe 5, na verde/amarela clara, na seção 25 mm². |
m |
3,0612 |
#REF! |
83,82 |
R$ 256,58 |
Aterramento REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Conector terminal a compressão para cabos de cobre, seção 25 mm² |
un |
0,1429 |
#REF! |
17,96 |
R$ 2,57 |
Aterramento REEFER / Cotação |
|
COTAÇÃO |
|
Conector de aterramento tipo GB para cabo 25mm² |
un |
1,0000 |
#REF! |
119,74 |
R$ 119,74 |
Aterramento REEFER / Cotação |
Tabela 11 - Composição plataforma tomadas.
Fonte: Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind
O item “Balança Rodoviária” teve pesquisa de mercado realizada pela INFRA S.A. em 02/2018 (modelo Toledo 950i), no âmbito do estudo do terminal SUA05, atualizado para data-base de julho 2023 por meio dos Índices de Reajustamento de Obras Portuárias da FGV (item Equipamentos).
O item “Scanner móvel”, teve como subsídio o estudo pretérito da INFRA S.A. para a concessão do Porto de Itajaí, utilizando à composição de custo elaborada pelo Consórcio Demarest/Exe Egenharia/Mind.
O item “Subestação e Linha de transmissão 69 kv” teve o valor obtido com base na composição de custo elaborado pela LPC Latina, posteriormente atualizado para a data-base de junho/2023 por meio do Índice de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV (item “Rede Elétrica”). O quantitativo foi estimado através do percurso da linha e área projetada para subestação.
|
unity |
Amount |
Reference |
||
|
Preliminary and Common Services |
|
|
|
|
|
New GIS substation 69 kV - Estimated power 10 kVA - 150m² (15x10)m |
vb |
1 |
R$ 10.000.000,00 |
R$ 10.000.000,00 |
|
Transmission Line 69 kV - Mucuripe x Terminal Substation (dual circuit) |
km |
1,2 |
R$ 2.900.000,00 |
R$ 3.480.000,00 |
|
Substation with equipaments |
m² |
50 |
R$ 12.000,00 |
R$ 600.000,00 |
Tabela 12 - Composição de custo da subestação.
Fonte: LPC Latina
O item “Extensão quebra-mar (molhe)” teve o valor obtido com base na composição de custo elaborado pela LPC Latina, posteriormente atualizado para a data-base de junho/2023 por meio do Índice de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV.
|
unity |
Amount |
Reference |
||
|
Preliminary and Common Services |
|
|
|
|
|
Breakwater extension |
m³ |
200.000 |
R$ 100,00 |
R$ 20.000.000,00 |
Tabela 13 - Composição extensão de molhe.
Fonte: LPC Latina
O quantitativo foi estimado através da projeção de extensão de aproximadamente 500 metros e seção tipo abaixo:
Figura 1 - Ilustração da seção transversal molhe.
Fonte: LPC Latina
Por fim, os custos unitários dos ativos existentes formam referenciados em dados oficiais do governo, a saber, no Sistema de Custos Portuários (SICPORT) da ANTAQ.
O item “Armazém” teve o valor unitário médio aproveitado dos 4 (quatro) EVTEA’s e 2 (dois) projetos executivos de arrendatários que foram apresentados junto à ANTAQ, entre jul/2014 e jun/2017. A metodologia exposta foi utilizada para estudos pretéritos do IQI18, STS20 e PAR01, do Programa de Arrendamento Portuário, desenvolvidos no âmbito do Poder Concedente, submetidos e aprovados pelo Tribunal de Contas da União - TCU (Acórdão TCU Nº123/2018 – Plenário, de 24/01/2018 - IQI18 e PAR01), atualizados para data-base de junho de 2023 por meio dos Índices de Reajustamento de Obras Portuárias, da FGV (item “estruturas em concreto”), para o valor médio de R$ 6.735,78. O quantitativo de área do armazém foi obtida através do PDZ 2022, do Porto de Fortaleza.
Tabela 14 – Tabela resumo Armazéns.
Fonte: Elaboração Própria.
Seção D – Operacional
Na Seção D – Operacional são abordadas as projeções de custos e despesas do terminal ao longo do horizonte previsto do contrato.
Foram incluídos os seguintes indicadores operacionais:
Conforme diretriz do Poder Concedente, foi excluído no cálculo do item “Seguro de Garantia de Execução do Contrato".
Para as utilidades variáveis, utilizou-se dados pretéritos de outros terminais, atualizados para a data-base 06/23, conforme memória de cálculo a seguir:
| Utilidade | Data de Ref. | R$/TEU na Data base 01/21 | R$/TEU na Data base 06/23 | Unidade |
| Energia Reefer | dez/20 | 68,03 | 81,28 | Por TEU REEFER Cheio |
| Energia STS | 01/09/2018 | 1,27 | 1,52 | Por TEU |
| Combustíveis e Lubrificantes- Equipamentos | 01/09/2018 | 14,11 | 16,86 | Por TEU |
| %TEU | Utilidades por TEU | |||
| Energia Reefer | 29,10% | 23,65 | ||
| Energia STS | 100% | 1,52 | ||
| Combustíveis e Lubrificantes- Equipamentos | 100% | 16,86 | ||
| R$/TEU | 42,03 |
Tabela 15 – Memória de cálculo utilidades variáveis por TEU
Fonte: Elaboração Própria.
Em relação ao item 4.2.3 Tarifas Portuárias, adotou-se o valor da Tabela III no valor de R$ 43,25 para contêiner cheio e R$ 21,62 para contêiner vazio.
Tendo em vista a participação de cheios e vazios e o fator conversão unidade/TEU de 1,67879, chegou-se ao valor ponderado de R$ 22,26 por TEU movimentado, conforme memória a seguir:
| MUC04 | Unidade | TEU | Participação | Ponderação |
| ctn. cheio | 43,25 | 25,76 | 72,82% | 18,76 |
| ctn. vazio | 21,62 | 12,88 | 27,18% | 3,50 |
| Total | 22,26 | |||
Tabela 16 – Ponderação cheios/vazios Tabela III
Fonte: Elaboração Própria.
No estudo foi considerada uma verba global no valor de R$ 787.749,54, referente à elaboração e atualização do estudo, correspondente a R$ 302.029,67 para a Empresa Infra S.A. além de verba para realização do leilão na B3 no valor de R$ 485.719,86.
Destaca-se que os valores do ressarcimento do estudo e da realização do leilão na B3, tem aporte no primeiro ano de contrato.
A seguir é apresentada a memória de cálculo do ressarcimento à Infra S.A. pela realização do estudo.
Tabela 17 – Remuneração Infra S.A. pela elaboração dos estudos.
Fonte: Elaboração Própria.
Seção E – Financeiro
O estudo aplicou as seguintes premissas chave:
Moeda do modelo: R$ (Real).
Metodologia de avaliação: fluxo de caixa descontado.
Tipo de fluxo de caixa: operacional (desalavancado), sendo:
EBIT (Lucro Operacional);
+ Depreciação/Amortização;
= EBITDA (Lucro Operacional antes de Depreciação/Amortização);
- Impostos (IR, CSLL);
+/- Variação de Capital de Giro;
- Investimentos; e
= Fluxo de Caixa.
Horizonte de projeto: 15 anos.
Dados de entrada do modelo: em termos reais (e não nominais), ou seja, não há efeitos inflacionários no modelo.
Data-base dos dados de entrada: junho/2023.
Avaliação financeira do projeto: cenário “base” (tendencial) de projeção de demanda;
Valor de Arrendamento: calculado de forma que o Valor Presente Líquido - VPL do Projeto seja igual a zero;
Divisão dos Valores de Arrendamento: 50% fixo e 50% variável, em conformidade com a premissa adotada no Programa de Arrendamentos Portuários do Governo Federal.
Alterou-se o WACC de 9,38% para 9,92% ao ano. Como referência para a nova taxa de desconto têm-se o Acórdão nº 329-ANTAQ de 30 de maio de 2022 que trata da atualização do WACC na modelagem econômico-financeiro de empreendimentos portuários.
Seção F – Ambiental
A Seção F – Ambiental foi construída a partir da análise da documentação fornecida pela Autoridade Portuária do Porto Organizado de Fortaleza/CE, por reuniões e pela visita técnica realizada pela equipe da INFRA S/A, tendo como base o arcabouço legal vigente.
Foram utilizados também para a elaboração da Seção F os seguintes documentos:
· Legislação ambiental vigente a nível federal e estadual;
· Normas e documentos referentes ao licenciamento ambiental do Instituto Ambiental do Paraná;
· Informações ambientais relevantes e avaliação prévia de imagens de satélite recentes para verificação de possíveis conflitos com as atividades ou ocupação no entorno;
· Avaliação temporal da área por meio de imagem de satélite.
Potenciais Passivos Ambientais
Para o diagnóstico preliminar de passivos ambientais, foram consideradas as entrevistas realizadas junto à Autoridade Portuária, análise documental, características e localização do empreendimento e vistoria in loco. Com isto, identificou-se que o terminal não apresenta evidências ou indícios de potenciais contaminações ou não conformidades ambientais.
Programas Ambientais
A partir da identificação dos principais impactos ambientais negativos que podem decorrer da execução das atividades no futuro MUC04, nas fases de implantação e operação, foram propostos programas ambientais, extraídos de licenças ambientais emitidas pelo órgão ambiental para empreendimentos com essas características, além de análise documental obtida junto à autoridade portuária. A partir desse diagnóstico, foram atualizados os programas aplicáveis ao terminal, naquilo que coube.
Planejamento para o Licenciamento Ambiental
Considerando-se que o licenciamento ambiental dos terminais instalados do Porto, atualmente, é de competência da Superintendência Estadual do Meio Ambiente - SEMACE, adotou-se como premissa no presente estudo que esse órgão deverá permanecer à frente do processo de licenciamento da área.
Tendo em vista os investimentos previstos para a área, como estratégia de licenciamento ambiental, sugere-se a abertura de dois processos distintos, sendo um para do terminal MUC04, instalação e operação, e outro para a construção da extensão do Quebra-Mar. Os dois processos serão de responsabilidade da arrendatária.
Dessa forma, tomando-se como base o Anexo I da Resolução COEMA-CE 02/2019, tem-se a seguinte situação:
> Terminal MUC04:
· Para a obtenção da LP será necessária a apresentação de estudo ambiental, tal como, o Plano de Controle Ambiental (PCA), a fim de atestar a viabilidade ambiental das novas áreas destinadas a obras para o terminal.
· Para a obtenção da LI deverá ser apresentado o Plano Básico Ambiental (PBA), contendo os programas a serem executados pelo arrendatário durante sua implantação do empreendimento. Durante a realização das obras deverão ser executadas as medidas de controle ambiental definidas no PBA e PCA.
· Para a obtenção da LO do terminal será necessária a apresentação do relatório de atendimento das condicionantes de LI. Durante a operação do empreendimento deverão ser executados os programas ambientais previstos no PBA.
> Quebra-Mar:
· Para a obtenção da LP será necessária a apresentação de um estudo ambiental, tal como, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), a fim de atestar a viabilidade ambiental das novas áreas destinadas a obras para o terminal.
· Para a obtenção da LI deverá ser apresentado o Plano Básico Ambiental (PBA), contendo os programas a serem executados pelo arrendatário durante sua implantação. Durante a realização das obras deverão ser executadas as medidas de controle ambiental definidas no PBA.
Mantendo o princípio da precaução, recomenda-se que a SEMACE seja consultada quanto aos procedimentos necessários para a estruturação e manutenção do licenciamento ambiental do empreendimento.
Precificação dos Custos Ambientais para Licenciamento do Terminal
Os custos relativos ao licenciamento ambiental compreendem à emissão da Licença Prévia - LP e Licença de Instalação – LI e a Licença de Operação - LO para o terminal MUC04 e ampliação do Quebra-mar com as suas respectivas renovações ao longo do período do arrendamento, tendo como parâmetro o porte e o Potencial Poluidor-Degradador - PPD do empreendimento.
As taxas de licenciamento foram calculadas com base nos valores estabelecidos pelo Anexo I, da Resolução COEMA nº 02/2019.
Para a determinação dos valores das taxas, é utilizada a Tabela de Remuneração da Emissão de Licenças e Autorizações, cujos valores estão em UFIRCE - Unidade Padrão Fiscal do Estado do Ceará, conforme demonstrado a seguir.
Tabela 18 -Tabela de Remuneração da Emissão de Licenças e Autorizações - Valores em UFIRCE.
Fonte: Elaboração Própria, dados da Resolução COEMA/CE nº 02/2019.
Considerando que o valor da UFIRCE foi determinado pela Instrução Normativa nº 116/2022 em R$ 5,49228, para o período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2020, na tabela a seguir é demonstrado os valores das taxas em Reais aplicadas ao empreendimento em estudo.
Tabela 19. Valores relativos às licenças e taxas de análise obtidos para o MUC04.
Fonte: Elaboração Própria. Dados da Resolução COEMA/CE nº 02/2019 e IN nº 116/2022.
Tabela 20 - Valores relativos às licenças e taxas de análise obtidos para o Quebra-Mar.
Fonte: Elaboração Própria. Dados da Resolução COEMA/CE nº 02/2019 e IN nº 116/2022.
Para o cálculo da análise do licenciamento ambiental pelo órgão ambiental licenciador, utilizou-se como base a Resolução COEMA/CE nº 02/2019 e a IN nº 116/2022. A tabela a seguir apresenta o valor em R$ para a análise das licenças.
Tabela 21 - Valores de análise do licenciamento ambiental obtidos para o MUC04.
Fonte: Elaboração Própria, dados da Resolução COEMA/CE nº 02/2019 e IN nº 116/2019.
Foi considerado que a LO será emitida com validade de 4 anos, devendo ser renovada com essa frequência ao longo de todo o período do arrendamento, conforme metodologia de cálculo da Resolução COEMA/CE nº 02/2019.
Estudos Ambientais
Para a obtenção das licenças ambientais da área de arrendamento MUC04, previu-se a realização de um Plano de Controle Ambiental (PCA) para a etapa de LP e um Plano Básico Ambiental (PBA) para a etapa de LI, conforme demonstrado nas tabelas a seguir.
Os valores foram referenciados pela tabela de preços utilizada pelo DNIT para contratação de profissionais, considerando os encargos sociais, as despesas administrativas, os custos fiscais e o lucro da empresa contratada para executar o serviço, conforme tabelas a seguir.
Tabela 22 - Valores estimativa de custos com elaboração do PCA do MUC04.
Fonte: Elaboração Própria, a partir de Tabela de Consultoria do DNIT.
Tabela 23 - Valores estimativa de custos com elaboração do PBA do MUC04.
Fonte: Elaboração Própria, a partir de Tabela de Consultoria do DNIT.
Para a obtenção das licenças ambientais para a extensão do Quebra-mar, previu-se a realização de um EIA/RIMA para a etapa de LP e um Plano Básico Ambiental (PBA) para a etapa de LI, conforme demonstrado nas tabelas a seguir.
Tabela 24 - Valores estimativa de custos com elaboração do EIA/RIMA do Quebra-Mar.
Fonte: Elaboração Própria, a partir de Tabela de Consultoria do DNIT.
Tabela 25 - Valores estimativa de custos com elaboração do PBA do Quebra-Mar.
Fonte: Elaboração Própria, a partir de Tabela de Consultoria do DNIT.
Programas Ambientais
Para a definição dos programas ambientais necessários a implantação e operação de terminais portuários adotam-se como referências os programas de controle e mitigação de impactos exigidos em Licenças de Instalação e em Licenças de Operação emitidas pelo órgão ambiental estadual, para empreendimentos com essas características, assim como em condicionantes de licenças emitidas por órgãos ambientais estaduais para terminais portuários, conforme experiência adquirida na atualização de outros EVTEAs no âmbito do Programa de Arrendamentos – PAP.
Assim, a execução desses programas foi definida da seguinte forma:
· O Programa de Gestão e Controle Ambiental de Obras – PGCAO e os respectivos Subprogramas na fase de instalação do Terminal foram previstos para serem executados por contratação de serviços terceirizados por meio de empresa especializada.
· A estrutura de gerenciamento ambiental para o Programa de Gestão e Controle Ambiental - PGCA na operação do empreendimento será de responsabilidade do arrendatário do Terminal, que contará com equipe própria, especializada na área de gestão ambiental e de segurança do trabalho. Tal estrutura também desenvolverá ações voltadas para o Gerenciamento de Resíduos Sólidos, para a Comunicação Social/Educação Ambiental que gerenciará a relação do Terminal com a comunidade e a sensibilização dos empregados com as questões de sustentabilidade. Além disso, a equipe será responsável para a participação no Plano de Auxílio Mútuo (PAM) do porto. O dimensionamento da equipe própria dependerá do porte do terminal.
· Assim, custos com pessoal alocado para a gestão dos programas ambientais e para a execução dos Programas de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, de Comunicação Social e Educação Ambiental estão previstos na Seção D – Operacional como mão-de-obra própria, portanto, não compõe os custos ambientais aqui precificados.
· Todos os demais programas e ações ambientais na fase de operação serão terceirizados, com contratação de consultorias especializadas que ficarão subordinadas à estrutura de gestão ambiental do arrendatário do Terminal. Nesse caso também foi utilizada a tabela DNIT de contratação de profissionais como referência, acrescidas dos encargos.
3. A seguir são apresentadas estimativas de custos para os principais programas ambientais previstos para a área de arrendamento MUC04 para cada fase do empreendimento.
Fase de Instalação
4. Foi prevista a contratação de um Estudo de Avaliação Ambiental Prévia, para avaliação de passivos ambientais existentes na área, com a contratação de empresa que prestará serviços terceirizados por meio de profissionais qualificados, conforme tabela de contratação do DNIT, com duração de um mês.
5. Na composição do custo da Avaliação Ambiental Prévia foram considerados os encargos sociais, despesas administrativas, lucro operacional e despesas fiscais, conforme Resolução DNIT nº 11, de 21 de agosto de 2020.
Tabela 26 - Estudo Avaliação Ambiental Prévia – Data-base: junho/2023.
Fonte: Elaboração própria
Os Programas ambientais previstos para a fase de implantação com seus respectivos custos anuais e periodicidades de execução estão listados na Tabela a seguir.
Tabela 27 - Custos com programas ambientais na fase de implantação da área MUC04.
Fonte: Elaboração própria, a partir de Tabela de Consultoria do DNIT. Data-base: junho/2023.
A estrutura de gerenciamento ambiental para a operação será de responsabilidade do arrendatário do terminal, que contará com equipe própria, especializada na área de gestão ambiental. Tal estrutura também desenvolverá ações voltadas para o Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, para a Comunicação Social e Educação Ambiental, que gerenciará a relação do terminal com a comunidade e a sensibilização dos empregados com as questões de sustentabilidade. O dimensionamento da equipe e os custos relacionados estão previsto na Seção D do EVTEA.
Os custos com o monitoramento da implantação dos programas são contabilizados anualmente na fase de instalação, os quais foram orçados como apresentado na tabela abaixo.
Tabela 28 - Monitoramento da fase de implantação dos programas – Data-base: junho/2023.
Fonte: Elaboração própria.
FASE DE OPERAÇÃO
Os Programas ambientais previstos para a fase de operação com seus respectivos custos anual e periodicidades de execução estão listados na Tabela a seguir.
Tabela 29 - Custos com programas ambientais na fase de operação da área MUC04 – Data-base: junho/2023.
Fonte: Elaboração própria.
A estrutura de gerenciamento ambiental para a operação será de responsabilidade do arrendatário do terminal, que contará com equipe própria, especializada na área de gestão ambiental e de segurança do trabalho. Tal estrutura também desenvolverá ações voltadas para o Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, para a Comunicação Social e Educação Ambiental, que gerenciará a relação do terminal com a comunidade e a sensibilização dos empregados com as questões de sustentabilidade. O dimensionamento da equipe e os custos relacionados estão previsto na Seção D do EVTEA.
Controle de pragas urbanas: a definição do custo tomou por base a memória de cálculo do PAP e verificado por pesquisa de preços praticados no mercado.
Abaixo segue a planilha detalhando a composição dos custos dos demais programas de monitoramento e gerenciamento do PGCA. O valor de contratação do serviço de monitoramento considerou o salário de consultoria DNIT na categoria Coordenador, incluídos os encargos sociais, despesas administrativas, fiscais e o lucro da empresa contratada:
Tabela 30 - Custos por Programa do PGCA. Data-base: junho/2023.
Fonte: Elaboração própria.
Para cada uma das ações demonstradas acima foram consideradas duas campanhas de monitoramento por ano que demandará a contratação de profissional especializado responsável pela coleta, análise e elaboração de relatório. O prazo estimado é de um mês de trabalho para cada campanha, por meio período, para a execução completa do serviço, o que equivale à contratação do profissional por um mês de trabalho em período de 20 horas semanais para cada monitoramento executado.
Programa de Gerenciamento de Riscos
O Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR inclui em seu escopo procedimentos operacionais, procedimentos de manutenção preventiva, procedimentos de treinamento dos empregados e o Plano de Atendimento a Emergências elaborado especificamente para os possíveis cenários acidentais.
Além disso, o empreendimento deve ter um Plano de Ação de Emergência que proporcione ações rápidas e eficazes em caso de emergências. Assim, esses procedimentos estão inclusos no âmbito da elaboração do PGR.
Para a composição do valor do Programa de Gerenciamento de Riscos, incluído o Plano de Ação de Emergência, foi considerada a contratação de um profissional especializado no tema, que atuará por um período de um mês para a elaboração dos referidos programas e planos, tendo como parâmetro os preços de consultoria constantes da tabela DNIT de janeiro de 2020, profissional engenheiro ambiental sênior (P8059), neste caso, R$ 32.988,46. O PGR deverá ser renovado a cada 3 anos, portanto, o custo previsto para a contratação deste profissional se repetirá por igual período de tempo.
Tabela 31 Custo com a elaboração do PGR. Data-base: junho/2023.
Fonte: Elaboração própria.
Também foi considerada na composição do valor, a capacitação anual dos funcionários do terminal para procedimentos relacionados à segurança operacional. Para tanto, foi orçada a contratação de um profissional engenheiro ambiental sênior (P8059) para o planejamento e respectivo treinamento e considerado um serviço de meio período durante um mês, pautado em preços da tabela DNIT de junho de 2023.
Tabela 32 - Custo com capacitação no PGR. Data-base: junho/2023.
Fonte: Elaboração própria.
Para a elaboração do Plano de Emergência Individual (PEI), seguindo a Resolução do CONAMA nº 398/2008, em seu anexo IV, que trata de procedimentos em caso de acidente com óleo em determinados tipos de instalações portuárias, foi considerada a contratação de um profissional engenheiro ambiental sênior (P8059), que atuará por um período de um mês para a elaboração do referido programa, tendo como parâmetro os preços de consultoria constantes da tabela DNIT de abril de 2023. O PEI deverá ser renovado a cada 5 anos, portanto, o custo previsto para a contratação deste profissional se repetirá por igual período de tempo.
Tabela 33 - Custo com a elaboração do PEI. Data-base: junho/2023.
Fonte: Elaboração própria.
Foi prevista a contratação de auditoria para atendimento à Resolução do Conama nº 306/02, incidindo a cada 2 anos. Além disso, foi prevista a contratação de auditoria para atendimento para ISO 14.001:2004, a cada 3 anos. E também, foi prevista a contratação de auditoria para atendimento para ISSO 45.001, a cada 3 anos. Todas as auditorias iniciarão a partir do segundo ano do Sistema de Gestão Ambiental.
A seguir são detalhados os custos relativos às auditorias obrigatórias previstas tanto em normativas ambientais como no Contrato de arrendamento.
Tabela 34 - Custo por Auditoria. Data-base: junho/2023.
Fonte: Elaboração própria.
O PAM (Plano de Auxílio Mútuo) tem por objetivo assegurar e viabilizar a efetiva observância das normas pertinentes, o aprimoramento técnico, a troca de informações e do conhecimento integrado dos riscos potenciais de cada empresa e coletivos, definindo ações rápidas, eficientes e coordenadas. Trata-se de organização civil, com o envolvimento da iniciativa privada, com permanente cooperação do Corpo de Bombeiros do Estado, sem fins lucrativos e sem custos adicionais, que atua sem prazo determinado, sendo vedada a prestação de serviços a terceiros, bem como o exercício de qualquer atividade não vinculada ao cumprimento dos seus objetivos de proteção da vida humana, da preservação do patrimônio e do meio ambiente.
Para cada uma das ações demonstradas acima foram consideradas duas campanhas de monitoramento por ano que demandará a contratação de profissional especializado responsável pela coleta, análise e elaboração de relatório. O prazo estimado é de um mês de trabalho para cada campanha, por meio período, para a execução completa do serviço, o que equivale à contratação do profissional por um mês de trabalho em período de 20 horas semanais para cada monitoramento executado.
LEVANTAMENTO JURÍDICO
Neste tópico são analisados potenciais passivos jurídicos referentes à área objeto de estudo. Trata-se de relatório de due diligence legal com o objetivo específico de fornecer ao poder público informações necessárias à tomada de decisão acerca de possíveis entraves à licitação ou custos decorrentes de obrigações envolvendo a área a ser licitada.
Especificamente, busca-se identificar situações que possam frustrar o certame licitatório ou gerar obrigação de ressarcimento por parte do poder público ou da futura arrendatária. Essa avaliação envolve a análise do histórico contratual da atual titular do contrato de exploração do terminal, a definição dos bens operacionais que poderão ser disponibilizados na licitação, análise de processos judiciais, administrativos ou, ainda, tratativas extrajudiciais que possam impactar o futuro empreendimento. Esses levantamentos visam identificar situações como:
§ possibilidade de prorrogação ou manutenção do contrato atual mediante liminar judicial ou outro instrumento;
§ existência de bens não reversíveis, passíveis de serem retirados do terminal ou indenizados pela futura arrendatária;
§ investimentos não amortizados realizados pela atual titular, que possam gerar direito à recomposição de equilíbrio econômico-financeiro contratual; e
§ outros fatos que possam gerar impactos jurídicos em relação à área a ser licitada.
Para a realização desses levantamentos, foi realizada análise dos instrumentos contratuais pertinentes bem como foi avaliada a necessidade de solicitação de informações à administração portuária e demais entes competentes, especialmente no que diz respeito à existência de ações judiciais, administrativas ou procedimentos extrajudiciais envolvendo a área ou a sua titular atual.
Este relatório não visa fornecer ao mercado avaliação exaustiva de todos os aspectos que envolvem o negócio. Os interessados, caso julguem necessário, deverão realizar seus próprios levantamentos visando mitigar riscos relacionados ao negócio, além daqueles já relacionados neste documento.
Parte da área MUC04 está situada em local correspondente ao arrendamento explorado pela empresa Progeco do Brasil Operadora Intermodal de Contêineres Ltda., mediante o Contrato de Transição nº 01/2022. O traçado da área arrendada está indicado na figura a seguir.
Figura 2 – Delimitação da área ocupada pela Progeco
Fonte: Contrato de Transição nº 01/2022
Destaca-se que a área do referido Contrato de Transição não será utilizada em sua totalidade para o futuro terminal, uma vez que a área denominada FOR27B não foi incluída no traçado da MUC04
Além de parte da área do Contrato de Transição em análise, a área MUC04 também é formada pelas áreas FOR35, FOR36, FOR37, FOR38 (parcial) e FOR39 – denominadas conforme o PDZ do Porto de Fortaleza – indicadas nas figuras a seguir:
Figura 3 – Delimitação das áreas FOR35, FOR36, FOR37 e FOR39
Fonte: CDC
Figura 4 – Delimitação da área FOR38
Fonte: CDC
Ressalta-se, ainda, que somente parte da área FOR38 será incluída no futuro terminal, uma vez que será fracionada em duas partes, uma destinada à exploração portuária, a ser incorporada à área MUC04, e a outra utilizada pelo Poder Público Municipal, visando a duplicação do acesso ao terminal marítimo de passageiros.
Feitas essas ressalvas, a delimitação da área MUC04 está definida conforme a figura a seguir.
Figura 5 – Delimitação da área MUC04
Fonte: Elaboração própria
Com exceção da área correspondente ao já mencionado Contrato de Transição, as demais áreas que compõe o terminal MUC04 são administradas pela própria administração do Porto de Fortaleza, não havendo relação contratual para a sua exploração por parte de parceiro privado. Ademais, nessas áreas do porto não há equipamentos operacionais a serem utilizados pelo futuro arrendatário, o qual aproveitará apenas pátios e edificações. .
Desse modo, o levantamento jurídico constante neste documento está delimitado à análise do Contrato Transição.
A referida relação contratual teve origem no já mencionado Contrato Transição nº 01/2022, de 30/12/2022, celebrado entre a Companhia Docas do Ceará (CDC) e a Progeco do Brasil Operadora Intermodal de Contêineres Ltda., tendo como objeto o arrendamento de área de 88.499,75m², para implantação de terminal especializado de contêineres e carga geral. O referido contrato tem vigência de 180 dias ou até que se encerre o processo licitatório da área em questão, o que primeiro ocorrer. O prazo será contato a partir da Data de Assunção.
O referido instrumento foi celebrado após procedimento licitatório realizado nos termos do Edital de Processo Seletivo Simplificado nº 01/2022, sem ter existido contrato de arrendamento convencional que o tenha imediatamente precedido.
Em relação ao referido Contrato de Transição, não foram identificados termos aditivos.
A síntese do histórico contratual da área está indicada na tabela a seguir.
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Instrumento |
Data de Celebração |
Partes |
Objeto |
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Contrato de Transição n° 01/2022 |
03/01/2023 |
CDC e Progeco do Brasil Operadora Intermodal de Contêineres Ltda. |
Arrendamento transitório de área de 88.499,75 m², para composição de um terminal especializado de contêineres e carga geral. Prazo: 180 dias ou até que se encerre o processo licitatório da área em questão, o que primeiro ocorrer. O prazo será contato a partir da Data de Assunção.
Critério de reversibilidade “Revertem à CDC, gratuita e automaticamente, na extinção deste Contrato, os bens vinculados ao arrendamento listados no Anexo II.” (Cláusula 35º) |
Tabela 35 – Síntese do histórico contratual da área
Fonte: Elaboração própria
Tendo em vista que a Data de Assunção do Contrato de Transição ocorreu em 04/04/2023, e o prazo da vigência contratual é de 180 dias ou até que se encerre o processo licitatório da área em questão, o que primeiro ocorrer, não se verifica, da perspectiva da vigência contratual, impedimentos que inviabilizem a realização do leilão.
Bens do arrendamento
O critério de reversibilidade dos bens do arrendamento foi originalmente estabelecido na Cláusula 35ª do Contrato de Transição nº 01/2022, nos seguintes termos:
CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA – DA DEVOLUÇÃO DOS BENS QUE INTEGRAM O ARRENDAMENTO
Revertem à CDC, gratuita e automaticamente, na extinção deste Contrato, os bens vinculados ao arrendamento listados no Anexo II.
A tabela a seguir sintetiza a situação dos bens do arrendamento.
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Critério de reversibilidade no contrato original |
Último critério de reversibilidade |
Rol de bens reversíveis? |
Investimentos não amortizados |
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“Revertem à CDC, gratuita e automaticamente, na extinção deste Contrato, os bens vinculados ao arrendamento listados no Anexo II.” (Cláusula 35º) |
O mesmo descrito na Cláusula Trigésima Quinta do CT n.º 01/2022. |
Anexo II do Contrato de Transição n° 01/2022. (Conforme estabelecido na Cláusula 35 do Contrato de Transição n.º 01/2022) |
Até este momento não há informações por parte da Autoridade Portuária referentes a investimentos não amortizados.
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Tabela 36 – Bens do arrendamento
Fonte: Elaboração própria
A princípio, não foram identificados processos relativos à área objeto de análise que possam impactar o futuro arrendamento.
Com base no levantamento dos eventuais passivos jurídicos e regulatórios da área MUC04 constante nos tópicos anteriores, foram analisados os riscos referentes à licitação da referida área, buscando-se identificar a existência de entraves ao procedimento licitatório futuro ou impactos ao novo arrendamento. Na tabela a seguir é apresentada análise de riscos referente à área em questão.
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Perspectiva |
Situação |
Análise de riscos |
Risco |
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Contratual
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A relação contratual teve origem no Contrato Transição nº 01/2022, de 30/12/2022, celebrado entre a Companhia Docas do Ceará (CDC) e a Progeco do Brasil Operadora Intermodal de Contêineres Ltda., tendo como objeto o arrendamento de área de 88.499,75m², para implantação de terminal especializado de contêineres e carga geral. O referido instrumento foi celebrado após procedimento licitatório realizado nos termos do Edital de Processo Seletivo Simplificado nº 01/2022, sem ter existido contrato de arrendamento convencional que o tenha imediatamente precedido. Em relação ao referido Contrato de Transição, não foram identificados termos aditivos. |
Não foram identificados impedimentos para a futura licitação da área, tendo em vista que a relação contratual se mantém mediante Contrato de Transição, cuja vigência se encerra com a licitação do terminal. |
Baixo |
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Patrimonial |
Conforme o critério de reversibilidade contratual do Contrato de Transição atual, revertem à CDC, gratuita e automaticamente, na extinção deste Contrato, os bens vinculados ao arrendamento listados no Anexo II. | São reversíveis os bens vinculados ao arrendamento, indicados no Anexo II do Contrato de Transição n° 01/2022. |
Baixo |
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Processual |
A princípio, não foram identificados processos relativos à área objeto de análise que possam impactar no futuro arrendamento. |
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Baixo |
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RISCO |
Alto |
Identificação de fato passível de se constituir como entrave à futura licitação |
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Médio |
Identificação de fato passível de gerar impacto ao estudo de viabilidade ou à futura titular da área |
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Baixo |
Não identificação de risco à licitação nem de impacto ao estudo de viabilidade ou à futura titular da área |
Tabela 37 – Análise de riscos referentes à área MUC04
Fonte: Elaboração própria
Com base nas perspectivas contratual, processual e patrimonial, não foram identificados entraves que impeçam a futura licitação da área, que gerem obrigação de ressarcimento ou outros riscos jurídicos dessa natureza.
Sugestão de cláusulas contratuais ou editalícias para dar suporte à modelagem proposta
Conforme o art. 6º, § 3º da Lei nº 12.815/2013, a elaboração dos editais de licitação de arrendamentos portuários é de competência da ANTAQ, a quem cabe, portanto, a elaboração das minutas desse documento e do contrato. No caso da APPA, tendo em vista Convênio de Delegação de Competências celebrado com a União, cabe à essa administração portuária a elaboração do edital e contrato.
Desse modo, a título de sugestão, tendo em vista recomendações do Tribunal de Contas da União em estudos anteriores bem como demais propostas de aprimoramentos, propõe-se à APPA a inclusão de cláusulas nas minutas de edital e contrato da área MUC04 relativas aos seguintes pontos:
§ Definição de prazo para o poder concedente convocar a arrendatária para a celebração do contrato de arrendamento, após o cumprimento das obrigações prévias à celebração do contrato.
§ Inclusão de regra segundo a qual o Poder Concedente, ao apreciar o pedido de prorrogação contratual apresentado pela arrendatária, deverá fundamentar a vantagem da prorrogação do contrato em relação à realização de nova licitação de arrendamento, além de observar os requisitos para a prorrogação previstos em lei ou regulamento.
§ Inclusão de cláusula prevendo a solução de controvérsias mediante procedimentos de mediação e arbitragem.
§ No intuito de não enquadrar a MME como parâmetro de desempenho, no inciso xxvii da Subcláusula 1.1.1, substituir a expressão "das Subcláusulas 7.1.2.1 e 7.1.2.2" por "da Subcláusula 7.1.2.2".
§ Supressão do termo "coligadas" nos itens 11.4, 11.5 e 27.2.7 do Edital (e em outros, se couber). A proposta em questão fundamenta-se no fato de que uma empresa coligada não necessariamente possui ingerência ou poder de controle sobre as demais empresas do grupo, diferentemente do que ocorre no caso das Controladas, Controladoras e entidades sujeitas ao mesmo controle comum.
§ Inclusão, na Subcláusula 7.1.1 da minuta de contrato, da obrigação da arrendatária para obter, renovar e manter vigentes, durante todo o período do Contrato, todas as licenças, permissões e autorizações ambientais necessárias ao pleno exercício das Atividades objeto do Arrendamento. Ao término do Contrato, a arrendatária deverá efetuar a transferência de titularidade do processo de licenciamento ambiental à administração do porto ou a quem o poder concedente determinar, devendo manter vigentes as licenças até a conclusão do processo de transferência.
§ Inclusão, na Subcláusula 7.1.1 da minuta de contrato, de obrigação da arrendatária para atender de forma não discriminatória terceiros interessados nos serviços de movimentação de cargas pelo terminal, considerando as disponibilidades e as condições gerais das Atividades, observada a regulação sobre o tema, em especial o disposto na Resolução ANTAQ nº 75, de 2 de junho de 2022, ou outra que a substituir, devendo eventual descumprimento ser comunicado à ANTAQ.
§ Inclusão, nas Subcláusulas 15.1.3 e 15.1.3.1 do contrato, de regras estabelecendo que os bens a serem adquiridos obrigatoriamente pela arrendatária, nos termos da Cláusula 7.1.2.2, serão considerados bens do arrendamento (e, consequentemente, bens reversíveis, conforme a Subcláusula 24.1.1). A regra em questão visa evitar que equipamentos a serem adquiridos por imposição contratual, considerados essenciais para a continuidade das operações, deixem de ser considerados como bens reversíveis. Observa-se que a Subcláusula 15.1.2 trata como bens do arrendamento apenas instalações a serem construídas pela arrendatária, sem considerar equipamentos. Também é importante especificar que os bens decorrentes de investimentos da Arrendatária na área comum do porto, caso existam, não integram os Bens do Arrendamento e serão de propriedade da Administração do Porto. Destaca-se que, em decorrência da modelagem econômico-financeira do empreendimento, todos os bens decorrentes de investimentos obrigatórios são considerados como reversíveis.
§ Nas Subcláusulas 7.1.1, inciso xxvi, alínea a) e 13.1.3, estabelecimento de divisão de competências relativas a licenças ambientais no caso de investimentos fora da área arrendada, na área comum do porto. Nesse caso, após concluído o processo de licenciamento ambiental, a arrendatária deverá efetuar a transferência de titularidade do processo à Administração do Porto ou a quem o Poder Concedente determinar, passando a esse ente a responsabilidade de realizar as renovações e demais trâmites para a manutenção das licenças. Na Subcláusula 13.1.3, é importante prever que a obtenção de licenças relativas a investimentos fora da área arrendada será de responsabilidade da arrendatária. Além disso, especifica que após a conclusão do processo de transferência de titularidade do processo de licenciamento ambiental, o novo titular será integral e exclusivamente responsável pela regularidade das licenças, assumindo todos os encargos, responsabilidades e ônus daí resultantes.
§ Nas Subcláusulas 12.3; 12.3.1; 12.4; 12.6; 13.1.14; 13.2.2 e 13.2.2.1, complementação de cláusulas relativas a alocação de riscos ambientais. Recomenda-se estabelecer que as regras e demais disposições relativas a Passivos Ambientais, constantes na Cláusula 12, aplicam-se também a ocorrências relacionadas a eventos arqueológicos. Ademais, recomenda-se especificar que os custos de recuperação, remediação e gerenciamento referentes não apenas aos passivos ambientais não conhecidos até a Data de Assunção, mas também em relação aos passivos conhecidos que não tiveram seus custos considerados no fluxo de caixa do empreendimento, caberão ao Poder Concedente. Isso tendo em vista a dificuldade do poder público em estimar os valores de passivos conhecidos, para que esses valores pudessem ser considerados no fluxo de caixa. Desse modo, os valores de remediação de passivos conhecidos não considerados no fluxo de caixa não serão de responsabilidade da arrendatária.
§ Na Subcláusula 13.2.7, inclusão do termo “arbitral” na cláusula que atribui risco ao poder concedente relativo a decisão judicial ou administrativa que inviabiliza a arrendatária de desempenhar as atividades objeto do Contrato ou de usufruir da integralidade da área do arrendamento. Isso porque não há razão para restringir a atribuição desse risco somente a decisões judiciais e administrativas, sobretudo em razão do crescimento da esfera arbitral como forma de resolução de conflitos. A inclusão foi realizada com base em contribuição de consulta pública.
§ Na Subcláusula 7.1.1, incisos xxvii, xxviii e xxix, inclusão de obrigações da arrendatária relativas ao meio ambiente, por exemplo, sobre emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), realizadas no intuito de adotar boas práticas visando fomentar a redução de emissões de GEE nos portos brasileiros.
Além dos pontos elencados, propõe-se à Agência a inclusão ou alteração especificamente das seguintes cláusulas na minuta de edital da área MUC04:
Subseção IV - Da Garantia de Proposta
16.1 A Garantia de Proposta deverá ser aportada no valor mínimo de R$ 19.228.246,70 (dezenove milhões, duzentos e vinte e oito mil, duzentos e quarenta e seis reais e setenta centavos).
CAPÍTULO VI – DO CONTRATO DE ARRENDAMENTO
Seção I - Das Obrigações Prévias à Celebração do Contrato [...]
27.2 Caberá à Adjudicatária apresentar ao Poder Concedente os seguintes documentos:
27.2.1 Comprovante de recolhimento da remuneração à B3 no valor de R$ 485.719,86 (quatrocentos e oitenta e cinco mil, setecentos e dezenove reais e oitenta e seis centavos), cujo pagamento deverá ser efetuado no prazo previsto no Manual de Procedimentos; [...]
27.2.3 Comprovante de pagamento à empresa encarregada da realização dos estudos que deram origem a este Edital, conforme autorizado pelo art. 21 da Lei nº 8.987/95, pela Portaria SEP/PR nº 38/2013, de acordo com orientação a ser emitida pela ANTAQ, no valor total de R$ 302.029,67 (trezentos e dois mil, vinte e nove reais e sessenta e sete centavos) à Infra S.A..
Propõe-se, ainda, a inclusão ou alteração das seguintes cláusulas na minuta de contrato da área MUC04:
7. Obrigações e Prerrogativas das Partes
7.1 Obrigações da Arrendatária
7.1.1 A Arrendatária obriga-se, sem prejuízo das demais disposições constantes deste Contrato e seus Anexos, a: [...]
xxvi. Ao término do Contrato, efetuar a transferência de titularidade do processo de licenciamento ambiental à administração do porto ou a quem o Poder Concedente determinar, devendo manter vigentes as licenças até a conclusão do processo de transferência. No caso de investimentos da Arrendatária previstos fora da área arrendada, na área comum do Porto Organizado, após concluído o processo de licenciamento ambiental, efetuar a transferência de titularidade do processo à Administração do Porto ou a quem o Poder Concedente determinar.
a) Após a conclusão dos processos de transferência de titularidade do processo de licenciamento ambiental, o novo titular será integral e exclusivamente responsável pela regularidade das licenças, assumindo todos os encargos, responsabilidades e ônus daí resultantes.
xxvii. Elaborar e divulgar anualmente o inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE);
xxviii. Caso haja estrutura de atracação dentro da Área do Arrendamento, fornecer serviços de eletrificação no cais com o propósito de possibilitar a conexão dos navios atracados à rede elétrica do terminal, reduzindo o uso de motores à combustão e, dessa forma, fomentando a redução de gases de efeito estufa; e
xxix. Promover a renovação dos equipamentos por equivalentes menos poluentes, que emitam menores quantidades de gases de efeito estufa.
7.1.2 A Arrendatária obriga-se ainda a:
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Ano do Arrendamento |
Movimentação Mínima Exigida (mil TEU) |
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Ano 1 |
0 |
|
Ano 2 |
48 |
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Ano 3 |
99 |
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Ano 4 |
167 |
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Ano 5 |
171 |
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Ano 6 |
176 |
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Ano 7 |
181 |
|
Ano 8 |
186 |
|
Ano 9 |
191 |
|
Ano 10 |
196 |
|
Ano 11 |
202 |
|
Ano 12 |
208 |
|
Ano 13 |
214 |
|
Ano 14 |
220 |
|
Ano 15 |
226 |
7.1.2.1.1 Para a verificação anual do atendimento à Movimentação Mínima Exigida, somente serão contabilizadas as movimentações realizadas por meio de embarcações atracadas no Porto Organizado, em operações que utilizem o Arrendamento.
7.1.2.2 Prestar as Atividades de acordo com os seguintes Parâmetros do Arrendamento:
i. Capacidade dinâmica operacional mínima, relativa à implantação do terminal para a operação de carga conteinerizada, conforme indicado no quadro abaixo:
|
Capacidade dinâmica operacional mínima (TEU/ano) |
Prazo para implantação |
|
280.000 |
Até o término do 3º (terceiro) ano de contrato. |
ii. Prancha Geral Média, correspondente ao volume de carga movimentada no Terminal por todo período de tempo atracado, conforme indicado no quadro abaixo:
|
Prancha Geral Média (unidade/h) |
Início da aferição |
|
24 |
A partir do início do 4º (quarto) de contrato. |
7.1.2.3 Realizar os seguintes investimentos:
7.1.2.3.1 A Arrendatária deverá realizar os seguintes investimentos mínimos obrigatórios:
|
Ref. |
Investimento |
Prazo para implantação |
|
A |
Aquisição de no mínimo 3 (três) MHC para operação de embarque e desembarque de contêineres |
Até o término do 3º (terceiro) ano de contrato. |
|
B |
Aquisição de materiais e equipamentos referentes à construção da Subestação 69/13,8kv - 2x5/6,25MVA. |
Até o término do 3º (terceiro) ano de contrato. |
|
C |
Aquisição de Plataformas com tomadas reefer para no mínimo 1.226 unidades |
Até o término do 3º (terceiro) ano de contrato. |
7.1.2.3.2 Em conformidade com as diretrizes estabelecidas pela Administração do Porto, a Arrendatária deverá realizar os seguintes investimentos fora da área arrendada, na área comum do Porto Organizado:
|
Ref. |
Investimento |
Prazo para implantação |
|
A |
Investimentos para a execução de obra de abrigo (molhe) no Porto de Fortaleza, com extensão adequada para mitigar incidência de ondas swell. |
Até o término do 5º (quinto) ano de contrato. |
7.1.2.3.3. A Arrendatária deverá realizar todos os investimentos necessários para alcançar os Parâmetros do Arrendamento, nos termos da Subcláusula 7.1.2.2. [...]
9 Valor Estimado do Contrato, Condições de Pagamento e Reajuste de Valores
9.1 Valor Global Estimado do Contrato
9.1.1 O valor global estimado do Contrato de Arrendamento é de R$ 1.922.824.670,10 (um bilhão, novecentos e vinte e dois milhões, oitocentos e vinte e quatro mil, seiscentos e setenta reais e dez centavos), correspondente ao montante estimado de receitas a serem obtidas pela Arrendatária para explorar as Atividades durante o prazo de vigência do Contrato. [...]
9.2 Condições de Pagamento
9.2.1 A Arrendatária deverá pagar à Administração do Porto os seguintes Valores do Arrendamento:
i. R$ 357.034,70 (trezentos e cinquenta e sete mil, e trinta e quatro reais e setenta centavos) por mês, a título de Valor do Arrendamento Fixo, pelo direito de explorar as Atividades no Arrendamento e pela cessão onerosa da Área do Arrendamento; e
ii. R$ 26,51 (vinte e seis reais e cinquenta e um centavos) por TEU de qualquer carga movimentada, a título de Valor do Arrendamento Variável; pelo direito de explorar as Atividades no Arrendamento e pela cessão onerosa da Área do Arrendamento, observando o disposto na Subcláusula 9.2.3.1. [...]
12 Obrigações e Passivos Ambientais [...]
12.2 Os Passivos Ambientais não conhecidos, ou conhecidos que não tiveram seus custos considerados no fluxo de caixa do empreendimento, identificados pela Arrendatária no prazo de até 360 (trezentos e sessenta) dias contados da Data de Assunção serão de responsabilidade do Poder Concedente, sendo tal responsabilidade limitada às exigências do órgão ambiental. [...]
12.3.1 Os custos de recuperação, remediação e gerenciamento referentes aos passivos ambientais não conhecidos até a Data de Assunção, ou conhecidos que não tiveram seus custos considerados no fluxo de caixa do empreendimento, caberão ao Poder Concedente, mediante a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do Contrato, nos termos da Cláusula 14. [...]
12.4 Os passivos ambientais conhecidos, desde que considerados no fluxo de caixa do empreendimento, e aqueles não identificados no laudo ambiental técnico a que se refere a Subcláusula 12.3 são de responsabilidade da Arrendatária, bem como aqueles que ocorram posteriormente à Data da Assunção. [...]
12.6 A alocações de riscos, regras e demais disposições relativas a Passivos Ambientais, constantes na Cláusula 12, aplicam-se também a ocorrências relacionadas a eventos arqueológicos.
13 Alocação de riscos
13.1.3 Com exceção das hipóteses previstas neste Contrato, a Arrendatária é integral e exclusivamente responsável por todos os riscos relacionados ao Arrendamento, inclusive, mas sem limitação, pelos seguintes riscos: [...]
13.1.3 Obtenção de licenças, permissões e autorizações relativas ao Arrendamento e a investimentos da Arrendatária previstos fora da área arrendada, na área comum do Porto Organizado; [...]
13.1.14 Recuperação, remediação e gerenciamento do Passivo Ambiental e ocorrências relacionadas a eventos arqueológicos relativos ao Arrendamento e a investimentos fora da área arrendada, na área comum do Porto Organizado, caso haja, com exceção do expressamente assumido pelo Poder Concedente nos termos deste Contrato; [...]
13.2 A Arrendatária não é responsável pelos seguintes riscos relacionados ao Arrendamento, cuja responsabilidade é do Poder Concedente:
13.2.2 Custos decorrentes da recuperação, remediação, monitoramento e gerenciamento de Passivo Ambiental e ocorrência relacionada a evento arqueológico, existente dentro da área do Arrendamento e onde houver investimento da Arrendatária previsto fora da área arrendada, na área comum do Porto Organizado, desde que não conhecido até a Data de Assunção, identificado no laudo ambiental técnico mencionado na Cláusula 12 e que não tenha sido ocasionado pela Arrendatária;
13.2.2.1 Também são de responsabilidade do Poder Concedente custos decorrentes da recuperação, remediação, monitoramento e gerenciamento de Passivo Ambiental e ocorrência relacionada a evento arqueológico, existente dentro da área do Arrendamento e onde houver investimento da Arrendatária previsto fora da área arrendada, na área comum do Porto Organizado, no caso do Passivo Ambiental conhecidos que não tiveram seus custos considerados no fluxo de caixa do empreendimento; [...]
13.3.7 Decisão judicial, arbitral ou administrativa que inviabilize a Arrendatária de desempenhar as atividades objeto do Contrato ou de usufruir a integralidade da Área do Arrendamento, de acordo com as condições nelas estabelecidas, bem como na legislação, na regulamentação e no Regulamento de Exploração do Porto Organizado, exceto nos casos em que a Arrendatária houver dado causa a tal decisão; [...]
15 Bens do Arrendamento
15.1 Sem prejuízo de outras disposições deste Contrato sobre o tema, integram o Arrendamento os bens a seguir indicados, cuja posse, guarda, manutenção e vigilância são de responsabilidade da Arrendatária: [...]
15.1.3.1 Os bens decorrentes de investimentos na área comum do porto, caso existam, não integram os Bens do Arrendamento e serão de propriedade da Administração do Porto.
21 Capital Social Mínimo
21.1 Até a assinatura do Termo de Aceitação Provisória e Permissão de Uso dos Ativos, a Arrendatária constituída para a exploração do Arrendamento deverá subscrever e integralizar 100% (cem por cento) do capital social inicial mínimo, no valor de R$ 50.547.654,34 (cinquenta milhões, quinhentos e quarenta e sete mil, seiscentos e cinquenta e quatro reais e trinta e quatro centavos)
CONCLUSÃO
Após proceder a atualização do estudo sobre a área MUC04 segundo as práticas definidas para o setor portuário nacional para exploração de áreas, entende-se que o presente estudo está apto a ser utilizado em procedimento licitatório pelo Poder Público, para o qual a presente Nota Técnica deverá ser publicada conjuntamente aos demais documentos que compõem o estudo.
À consideração superior.
Brasília, 10 de outubro de 2023.
THILO MARTIN ZINDEL
Coordenador da COPAQ 2
MARCELO FERREIRA NUNES
Assessor Técnico da COPAQ 2
CONRADO FREZZA
Coordenador da COPAQ 1
GUSTAVO DE OLIVEIRA LOPES
Assessor Técnico da SUGAT
LEONARDO LOPES GARCIA
Assessor Técnico da SUGAT
De acordo.
Em 10 de outubro de 2023
FERNANDO CORRÊA DOS SANTOS
Superintendente da SUPAQ
LARISSA CAROLINA AMORIM DOS SANTOS
Superintendente-Adjunta da Gestão Ambiental e Territorial
| | Documento assinado eletronicamente por THILO MARTIN ZINDEL, Coordenador, em 10/10/2023, às 17:29, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 3°, inciso V, da Portaria nº 446/2015 do Ministério dos Transportes. |
| | Documento assinado eletronicamente por MARCELO FERREIRA NUNES, Assessor Técnico II, em 10/10/2023, às 17:29, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 3°, inciso V, da Portaria nº 446/2015 do Ministério dos Transportes. |
| | Documento assinado eletronicamente por CONRADO DA SILVEIRA FREZZA, Coordenador, em 10/10/2023, às 17:40, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 3°, inciso V, da Portaria nº 446/2015 do Ministério dos Transportes. |
| | Documento assinado eletronicamente por GUSTAVO DE OLIVEIRA LOPES, Assessor Técnico II, em 10/10/2023, às 17:46, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 3°, inciso V, da Portaria nº 446/2015 do Ministério dos Transportes. |
| | Documento assinado eletronicamente por LEONARDO LOPES GARCIA, Assessor Técnico III, em 10/10/2023, às 17:47, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 3°, inciso V, da Portaria nº 446/2015 do Ministério dos Transportes. |
| | Documento assinado eletronicamente por Larissa Carolina Amorim dos Santos, Superintendente de Gestão Ambiental e Territorial - Substituta, em 10/10/2023, às 17:54, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 3°, inciso V, da Portaria nº 446/2015 do Ministério dos Transportes. |
| | Documento assinado eletronicamente por FERNANDO CORRÊA DOS SANTOS, Superintendente de Projetos Portuários e Aquaviários, em 11/10/2023, às 15:53, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 3°, inciso V, da Portaria nº 446/2015 do Ministério dos Transportes. |
| | A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://super.transportes.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&acao_origem=documento_conferir&lang=pt_BR&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 7596782 e o código CRC 75F59BCF. |
Referência: Processo nº 50050.007291/2023-44 |
SEI nº 7596782 |
SAUS, Quadra 01, Bloco 'G', Lotes 3 e 5. Bairro Asa Sul, - Bairro Asa Sul Brasília/DF, CEP 70.070-010 Telefone: |